Informações sobre o álbums
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Fotos
Revestindo o canal, seixos rolados também marcam a textura do jardim projetado por Gilberto Elkis em uma fazenda no interior de São Paulo DivulgaçãoMais
O caminho que ladeia o espelho d'água com bicas instaladas em meio ao arbusto do buxinho finaliza no canto do pergolado DivulgaçãoMais
O novo jardim harmoniza-se a paisagem pré-existente como uma moldura das frondosas árvores. A rigidez do desenho simétrico em torno da fonte é quebrada pelo buxinho podado em linhas retas, ao fundo, deslocado para a direita, e os arbustos arredondados no gramado DivulgaçãoMais
Do alto do muro de pedra, as plantas despontam criando mais área de sombreamento e fundo para o jardim. Os ciprestes trazem verticalidade ao conjunto e mantêm o toque provençal DivulgaçãoMais
Graças à poda, diferentes volumes e alturas dão movimento ao jardim, que fica mais fresco com o espelho d'água DivulgaçãoMais
O canto do pergolado ficou mais refrescante graças às plantas que recobrem sua estrutura DivulgaçãoMais
A ortogonalidade marca a área destinada à fonte, cujo espelho d'água quadrado é contornado por cerca viva de poda reta DivulgaçãoMais
O uso de diferentes espécies de plantas resultou em um jardim rico de texturas, formas e cor. Trabalho de Gilberto Elkis para uma casa de fazenda no interior de São Paulo DivulgaçãoMais
Com os volumes de diferentes formas e alturas, o paisagista Gilberto Elkis obteve uma composição movimentada, onde sempre há um novo detalha a se descobrir DivulgaçãoMais
Toda a área do jardim é coberta de vegetação com apenas uma composição de tijolos marcando os caminhos. Ao fundo, as árvores altas nativas do terreno DivulgaçãoMais
Os ciprestes trazem verticalidade ao jardim de uma fazenda no interior de São Paulo, trabalho de Gilberto Elkis DivulgaçãoMais
Vasos com buxinho podados ladeiam a escadaria, arrematados pela vegetação rasteira DivulgaçãoMais
Dispostos entre os janelões da casa, os bancos de madeira protegidos por molduras pergoladas compõem áreas de descanso delimitada pela cerca de viburno DivulgaçãoMais
O viburno podado forma uma cerca viva em torno do gramado. Em primeiro plano, touceiras de estrelítzia proporcionam cor ao jardim DivulgaçãoMais
O pergolado em curva forma túneis que proporcionam um clima romântico à paisagem DivulgaçãoMais
O caminho que leva à casa é pontuado por vasos de terracota com grandes buxinhos de poda esférica DivulgaçãoMais
Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos Fabiano Cerchiari/UOLMais
Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional Fabiano Cerchiari/UOLMais
Jardim nos fundos da casa com projeto da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. O ambiente faz parte do anexo do sobrado paulistano doas anos 1930 reformado pela profissional Fabiano Cerchiari/UOLMais
Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos, à sombra da mangueira Fabiano Cerchiari/UOLMais
Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos, à sombra da mangueira Fabiano Cerchiari/UOLMais
Jardim nos fundos da casa com projeto de reforma da arquiteta Ana Sawaia. Foram usadas grama esmeralda e amendoim, além de gardênias e fórmios. Junto ao anexo foi definido um espaço para refeições ao ar livre, sobre uma caixa revestida com pedriscos Fabiano Cerchiari/UOLMais
Muro pintado de tinta acrílica fosca azul com painel e deck de madeira Cumaru. O encanamento do chuveiro da Deca foi embutido na alvenaria. O ambiente foi anexado ao sobrado reformado por Ana Sawaia, em São Paulo Fabiano Cerchiari/UOLMais
Letícia Ferreira de Paula Ricardo assina o Café do Bosque. A mostra Morar Mais por Menos Belo Horizonte está aberta de 17/08 a 2/10/2011 na Antiga Maternidade Hilda Brandão Gustavo Xavier / DivulgaçãoMais
Letícia Ferreira de Paula Ricardo assina o Café do Bosque. A mostra Morar Mais por Menos Belo Horizonte está aberta de 17/08 a 2/10/2011 na Antiga Maternidade Hilda Brandão Gustavo Xavier / DivulgaçãoMais
Detalhe da jabuticabeira (Plinia trunciflora), cultivada em vaso no jardim criado por Gigi Botelho na área externa de um apartamento térreo em São Paulo Paulo Bau / UOLMais
Visto do alto, o projeto de paisagismo feito por Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo em São Paulo revela sua composição, protagonizada pelo SPA e pelo verde. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata). Os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e os arbustos esculpidos em formato redondo são buxinho (Buxus sempervirens). A forração do jardim é grama-amendoim (Arachis repens) e o piso é de mosaico português. Projeto da paisagista Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo Paulo Bau / UOLMais
A vista do alto evidencia a opção pelo verde como cor única da composição do jardim, usada inclusive nas peças de decoração. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata), os pinheiros à esquerda são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa), os arbustos redondos, buxinho (Buxus sempervirens) e a forração do jardim, grama-amendoim (Arachis repens). No piso foi aplicado mosaico português. Projeto da paisagista Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo Paulo Bau / UOLMais
Detalhe da decoração da mesa. A vegetação que cobre o muro ao fundo é murta (Murraya paniculata), à direita, os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e os arbustos mais baixos, em forma de bola, são buxinhos (Buxus sempervirens) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe da decoração do jardim elaborado pela paisagista Gigi Botelho, em um apartamento térreo, em São Paulo. As lanternas adornam a beira do SPA; ao fundo, rente ao muro, foi plantada murta (Murraya paniculata), o arbusto em formato oval é buxinho (Buxus sempervirens) e à esquerda, as árvores maiores, também esculpidas, são fícus (Ficus benjamina). A forração pendente é grama-amendoim (Arachis repens) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe do jardim de um apartamento térreo, em São Paulo, feito por Gigi Botelho. Nas jardineiras foram plantados buxinhos (Buxus sempervirens) com poda em forma de bola, e fícus (Ficus benjamina) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe do jardim de um apartamento térreo em São Paulo, com projeto de paisagismo de Gigi Botelho. A proposta destacou as tonalidades verdes da folhagem de árvores, arbustos e forrações Paulo Bau / UOLMais
Gigi Botelho colocou vasos com pinheiros da espécie kaizuca (Juniperus chinensis torulosa) ladeando a porta do quarto que se abre para a área externa de um apartamento térreo em São Paulo. A árvore outonal, sem folhas, é uma jabuticabeira (Plinia trunciflora). O arbusto esculpido em formato ovalado é um buxinho (Buxus sempervirens) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe dos buxinhos (Buxus sempervirens) plantados em vasos de cerâmica de diferentes cores e formatos Paulo Bau / UOLMais
Ao fundo, a porta de acesso à sala de televisão. Nos vasos de cerâmica, buxinhos (Buxus sempervirens) Paulo Bau / UOLMais
O conjunto de mesa e cadeiras de madeira ambienta o jardim, emoldurado por jardineiras elevadas, construídas para garantir profundidade suficiente o plantio. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata) e os arbustos esculpidos em formato redondo, buxinho (Buxus sempervirens). O piso foi revestido com mosaico português Paulo Bau / UOLMais
Tons de verde e texturas compõem o jardim, formado por espécies como os buxinhos (Buxus sempervirens) podados em forma de bola. Atrás deles, a "parede verde" é de murta (Murraya paniculata) e os pinheiros são kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) Paulo Bau / UOLMais
O conjunto de mesa e cadeiras de madeira ambienta o jardim, emoldurado por jardineiras elevadas, construídas para garantir profundidade suficiente o plantio. A vegetação rente ao muro é murta (Murraya paniculata) e os arbustos esculpidos em formato redondo, buxinho (Buxus sempervirens). O piso foi revestido com mosaico português Paulo Bau / UOLMais
Detalhe do dinheiro em penca (Callisia repens) que forra o vaso Paulo Bau / UOLMais
Destaque da jabuticabeira (Plinia trunciflora) plantada na jardineira, no canto do jardim, bem próximo ao SPA aquecido Paulo Bau / UOLMais
Detalhe das folhas da jabuticabeira (Plinia trunciflora) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe das folhas de uma unha de gato (Ficus pumila) Paulo Bau / UOLMais
Porta de acesso de um dos quartos para o jardim. Os pinheiros nas laterais da porta são kaizuca, (Juniperus chinensis torulosa) e a árvore com galhos secos é uma jabuticabeira (Plinia trunciflora). Projeto de Gigi Botelho para o jardim de um apartamento térreo em São Paulo Paulo Bau / UOLMais
Detalhe da composição geométrica do jardim criado por Gigi Botelho para a área externa de um apartamento térreo, em São Paulo. Em primeiro plano, buxinhos (Buxus sempervirens) podados em fomato de bola; no fundo, pinheirosda espécie kaizuka (Juniperus chinensis torulosa) e ao fundo, formando uma parede viva, murtas (Murraya paniculata) Paulo Bau / UOLMais
Detalhe do jardim de um apartamento térreo em São Paulo, com projeto de paisagismo de Gigi Botelho. A proposta destacou as tonalidades verdes da folhagem de árvores, arbustos e forrações Paulo Bau / UOLMais
O projeto do arquiteto Javier Muñoz Menéndez implantou a casa "Entre Árboles" de forma a acomodar as 52 árvores existentes no terreno. Decks feitos de madeira tropical compõem os caminhos pelo jardim da residência localizada em Yucatán, no México Rolando Córdoba / DivulgaçãoMais
Projetada no ponto mais alto do terreno e de face para o nascente, a casa tem todos seus ambientes ensolarados e ventilados Fran Parente/UOLMais
No piso intermediário está a suíte do casal, ao lado da ampla varanda para a qual se abrem os espaços de estar, jantar e churrasqueira. Portas de correr de vidro (Vidrocampos), com esquadrias de madeira separam os ambientes sociais da varanda. Guarda-corpo de madeira, aço e cabos de aço estendidos protegem a varanda (e também as escadas). No piso inferior, os dois dormitórios de hóspedes que se abrem para a área ajardinada (Grama e Flor), ao lado das aberturas envidraçadas da sala de jogos e da entrada social. Na frente, em meio ao gramado, localiza-se o SPA sobre uma plataforma de concreto João Frizzo/DivulgaçãoMais
Exemplo de vegetação em um tradicional jardim japonês presente no livro "Jardim Japonês - A Magia dos Jardins de Kyoto" Divulgação/Editora KMais
O jardim contemporâneo do Umeda Sky Building tenta misturar elementos tradicionais e contemporâneos. Isso é visto nos agrupamentos de rochas contra um fundo de densos arbustos e árvores de médio porte, riacho e ponte, caminhos de pedras em contraste com os demais elementos de seu entorno já nos limites da área pública. Veem-se aqui postes de aço, cascatas em degraus escalonados, paginação detalhada do piso e o desenho da pequena praça com floreiras em desenhos geométricos Divulgação/Editora KMais
Exemplo de jardim contemporâneo, o Yoro Tenmei Park, na cidade de Yoro, tem autoria do artista plástico Shusaku Arakawa e possui uma topografia extramente irregular Divulgação/Editora KMais
O jardim de passeio com lago Katsura Rykyu possui sete pavilhões, cinco ilhotas pequenas e grandes, que são conectadas por 16 pontes de pedra, madeira e terra. Vinte e três lanternas e oito bacias estão localizadas em diferentes lugares, o que demonstra a devoção de seus criadores à estética da cerimônia do chá Divulgação/Editora KMais
O templo Renge-ji, que possui um jardim de contemplação de mesmo nome, pertence à seita Tendai do Budismo e foi fundado no século 17, sendo famoso pelas cores vermelhas de suas folhas de ácer no outono. A água de sua lagoa vem do rio Takano Divulgação/Editora KMais
Resultado de quatro anos de pesquisas na cidade, antiga capital japonesa, a obra ricamente ilustrada foca os jardins e a arquitetura antiga dos templos budistas e shintoístas. As bacias de pedra armazenam a água para a purificação das mãos e da boca, e sua origem (não determinada) é o ritual de purificação espiritual e mental antes de adentrar os recintos dos templos como se fazia no santuário de Ise. A maioria é de pedra, mas podem ser também de metal, madeira ou argila Divulgação/Editora KMais
A história, os tipos e as técnicas milenares dos jardins japoneses estão descritos no livro recém-lançado "Jardim Japonês - A Magia dos Jardins de Kyoto", de Sarkis Sergio Kaloustian (Editora K). O tradicional jardim japonês não ostenta uma variedade muito grande de espécies em um mesmo jardim. As árvores e arbustos são aproveitados por sua boa adaptação ao ambiente, bem como em suas mudanças de forma, cor e tamanho Divulgação/Editora KMais
Os riachos aparecem quase sempre nos jardins que possuem lagos, exceto nos de paisagem seca, onde são simbólicos. Normalmente, são pequenos fios de água rasa, uma imagem de imitação da natureza e que, pelos padrões visuais de seu desenho ondulante, sugerem grandes rios entre montanhas, sendo o ruído da água uma parte fundamental do aspecto sensorial do jardim Divulgação/Editora KMais
A frontalidade é um dos efeitos mais instigantes da observação dos jardins. Um cenário externo que é observado de dentro de um ambiente ou de uma varanda. Este tratamento ocorre tanto nos jardins de passeio com lago, onde a vista tem uma escala grandiosa, como nos jardins de contemplação, que são menores e mais contidos Divulgação/Editora KMais
O jardim de passeio com lago Sento Gosho sofreu contante modificações ao longo de sua história, tendo assim estilos de diferentes períodos. É formado por dois grandes lagos, Norte e Sul. O lago Norte tem um tratamento mais contido e sereno, sendo sua vista principal um maciço de ácer. O jardim Sul possui mais diversidade em seus elementos, como diferentes lanternas, pontes, uma maior variedade de árvores, uma praia de seixos e duas casas de cerimônia do chá Divulgação/Editora KMais
Exemplo de jardim de paisagem seca, o Daisen-in, idealizado em 1509, é no estilo Garça-Tartaruga e representa o monte Horai (Montanha do Tesouro). O significado da dualidade entre a garça em voo (as alturas que o espírito humano pode alcançar) e a tartaruga que mergulha no oceano (as profundidades que o espírito humano pode mergulhar) são recorrentes na estética dos jardins Zen Divulgação/Editora KMais
O jardim do templo Shoden-ji é composto por um arranjo simplificado de leito retangular seco de pedriscos e grupos de arbustos esféricos de azaleias, organizados em número de sete, cinco e três elementos, cuja altura vai diminuindo da esquerda para a direita. Essa sequência numérica é celebrada na cultura oriental Divulgação/Editora KMais
O jardim de contemplação Chisaku-in possui uma queda d'água em um impressionante desnível natural do terreno, cercada por variadas espécies podadas em formas contrastantes. A proximidade da lagoa provoca a impressão de que o edifício flutua sobre ela. Há uma predominância de azaleias no plano mais próximo do edifício Divulgação/Editora KMais
O jardim de paisagem seca Ryoan-ji consiste em um grupo de rochas num leito de cascalho branco, ocupando uma área retangular de 10 x 31 m. É emoldurado por um muro baixo de barro que delimita o campo visual ao nível do plano de pedriscos, mas que também permite que a paisagem de árvores altas fora do jardim seja visível Divulgação/Editora KMais
Casa com gramado na frente Stock ImagesMais
Casa com gramado na frente Stock ImagesMais

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