Informações sobre o álbums
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Fotos
O espaço Hana Zaki leva título que, na etimologia japonesa, representa a ideia do crescimento da flor e faz menção ao nome do paisagista Alex Hanazaki. Inspirado em lembranças de sua infância no interior de São Paulo, o profissional utilizou 1.200 mudas de bambu que cercam 800 m² de jardim, dos quais 400 m² são cobertos por ervas. A ideia era recriar uma imagem aérea dos campos de plantio. Os rios ficaram representados pelo lago artificial; as montanhas, pelas pedras. Por sua vez, o deck sustentável leva restos de madeira e, ao cenário, ainda foram adicionadas duas cerejeiras de 50 anos, que emergem do lago Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O espaço Hana Zaki leva título que, na etimologia japonesa, representa a ideia do crescimento da flor e faz menção ao nome do paisagista Alex Hanazaki. Inspirado em lembranças de sua infância no interior de São Paulo, o profissional utilizou 1.200 mudas de bambu que cercam 800 m² de jardim, dos quais 400 m² são cobertos por ervas. A ideia era recriar uma imagem aérea dos campos de plantio. Os rios ficaram representados pelo lago artificial; as montanhas, pelas pedras. Por sua vez, o deck sustentável leva restos de madeira e, ao cenário, ainda foram adicionadas duas cerejeiras de 50 anos, que emergem do lago Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O espaço Hana Zaki leva título que, na etimologia japonesa, representa a ideia do crescimento da flor e faz menção ao nome do paisagista Alex Hanazaki. Inspirado em lembranças de sua infância no interior de São Paulo, o profissional utilizou 1.200 mudas de bambu que cercam 800 m² de jardim, dos quais 400 m² são cobertos por ervas. A ideia era recriar uma imagem aérea dos campos de plantio. Os rios ficaram representados pelo lago artificial; as montanhas, pelas pedras. Por sua vez, o deck sustentável leva restos de madeira e, ao cenário, ainda foram adicionadas duas cerejeiras de 50 anos, que emergem do lago Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O espaço Hana Zaki leva título que, na etimologia japonesa, representa a ideia do crescimento da flor e faz menção ao nome do paisagista Alex Hanazaki. Inspirado em lembranças de sua infância no interior de São Paulo, o profissional utilizou 1.200 mudas de bambu que cercam 800 m² de jardim, dos quais 400 m² são cobertos por ervas. A ideia era recriar uma imagem aérea dos campos de plantio. Os rios ficaram representados pelo lago artificial; as montanhas, pelas pedras. Por sua vez, o deck sustentável leva restos de madeira e, ao cenário, ainda foram adicionadas duas cerejeiras de 50 anos, que emergem do lago Kátia Kuwabara/ UOL Mais
André Piva aproveita dois prismas de luz abertos sobre o ambiente de 100 m² para traduzir para a linguagem de interiores alguns conceitos paisagísticos. Duas poltronas estão dentro de espelhos d?água verdes revestidos com pedra Hijau lisa, da Palimanan. Os móveis (Casual) se mantém o clima em tons de azul e camurça, na mesma linha dos papéis de parede em beges e azulados envelhecidos e com textura do linho (Orlean). A cozinha planejada Leicht laqueada preta e em carvalho natural dialoga com a grande Adega Joshua - de 10m² e capacidade para mil garrafas de vinho - toda em madeira ebanizada e aço inox. A mesa de bilhar é para reforçar o direito aos momentos de ócio e à degustação dos prazeres da vida e da boa convivência. O Loft Gourmet, de Piva, conta também com obras assinadas por Daniel Senise, Miguel Rio Branco e Nelson Leirner Kátia Kuwabara/ UOL Mais
André Piva aproveita dois prismas de luz abertos sobre o ambiente de 100 m² para traduzir para a linguagem de interiores alguns conceitos paisagísticos. Duas poltronas estão dentro de espelhos d?água verdes revestidos com pedra Hijau lisa, da Palimanan. Os móveis (Casual) se mantém o clima em tons de azul e camurça, na mesma linha dos papéis de parede em beges e azulados envelhecidos e com textura do linho (Orlean). A cozinha planejada Leicht laqueada preta e em carvalho natural dialoga com a grande Adega Joshua - de 10m² e capacidade para mil garrafas de vinho - toda em madeira ebanizada e aço inox. A mesa de bilhar é para reforçar o direito aos momentos de ócio e à degustação dos prazeres da vida e da boa convivência. O Loft Gourmet, de Piva, conta também com obras assinadas por Daniel Senise, Miguel Rio Branco e Nelson Leirner Kátia Kuwabara/ UOL Mais
André Piva aproveita dois prismas de luz abertos sobre o ambiente de 100 m² para traduzir para a linguagem de interiores alguns conceitos paisagísticos. Duas poltronas estão dentro de espelhos d?água verdes revestidos com pedra Hijau lisa, da Palimanan. Os móveis (Casual) se mantém o clima em tons de azul e camurça, na mesma linha dos papéis de parede em beges e azulados envelhecidos e com textura do linho (Orlean). A cozinha planejada Leicht laqueada preta e em carvalho natural dialoga com a grande Adega Joshua - de 10m² e capacidade para mil garrafas de vinho - toda em madeira ebanizada e aço inox. A mesa de bilhar é para reforçar o direito aos momentos de ócio e à degustação dos prazeres da vida e da boa convivência. O Loft Gourmet, de Piva, conta também com obras assinadas por Daniel Senise, Miguel Rio Branco e Nelson Leirner Kátia Kuwabara/ UOL Mais
André Piva aproveita dois prismas de luz abertos sobre o ambiente de 100 m² para traduzir para a linguagem de interiores alguns conceitos paisagísticos. Duas poltronas estão dentro de espelhos d?água verdes revestidos com pedra Hijau lisa, da Palimanan. Os móveis (Casual) se mantém o clima em tons de azul e camurça, na mesma linha dos papéis de parede em beges e azulados envelhecidos e com textura do linho (Orlean). A cozinha planejada Leicht laqueada preta e em carvalho natural dialoga com a grande Adega Joshua - de 10m² e capacidade para mil garrafas de vinho - toda em madeira ebanizada e aço inox. A mesa de bilhar é para reforçar o direito aos momentos de ócio e à degustação dos prazeres da vida e da boa convivência. O Loft Gourmet, de Piva, conta também com obras assinadas por Daniel Senise, Miguel Rio Branco e Nelson Leirner Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Christina Hamoui privilegiou os amantes do ciclismo com cores a la Piet Mondrian. O Bike Lover Studio não só destaca o vermelho, o amarelo e o azul - cores marcantes do pintor holandês, como remete à bicicleta modelo Mondrian 695, usada no Tour de France 2010. O ambiente é estruturado em marcenaria escura e jovem, porém sóbrio, deixa predominar o tom cinza, mais masculino e contemporâneo. Móveis Érea, Casual, Uniflex e Artefacto; tapetes Avanti e iluminação La Lampe Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O espaço Sala da Piscina, apresentado pelo arquiteto Dado Castello Branco, faz as vezes de sala de jogos, com música ambiente e atmosfera despretensiosa, descontraída. Pelos 42 m² estão distribuídos sofá, estantes e poltronas Casual, com predominância do bege e do cinza. São usados materiais nobres para o revestimento de paredes e forros, como a madeira de carvalho americano tingida de vermelho. O piso é de limestone, enquanto a iluminação tem projeto em parceria com o escritório Maneco Quinderé & Associados. Bom para jogar, ler, petiscar e descansar, o espaço tem quadros de Damien Hirst, Julio Le Parc e Massimo Vitale (grande foto de praia). O "highlight", no entanto, sãos as mesas de jogos ? uma de cartas, outra de gamão -, desenhadas por Dado Castello Branco, e executadas pela Ethel Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O espaço Sala da Piscina, apresentado pelo arquiteto Dado Castello Branco, faz as vezes de sala de jogos, com música ambiente e atmosfera despretensiosa, descontraída. Pelos 42 m² estão distribuídos sofá, estantes e poltronas Casual, com predominância do bege e do cinza. São usados materiais nobres para o revestimento de paredes e forros, como a madeira de carvalho americano tingida de vermelho. O piso é de limestone, enquanto a iluminação tem projeto em parceria com o escritório Maneco Quinderé & Associados. Bom para jogar, ler, petiscar e descansar, o espaço tem quadros de Damien Hirst, Julio Le Parc e Massimo Vitale (grande foto de praia). O "highlight", no entanto, sãos as mesas de jogos ? uma de cartas, outra de gamão -, desenhadas por Dado Castello Branco, e executadas pela Ethel Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe da mesa de gamão, desenhada por Dado Castello Branco, que assina a Sala da Piscina da Mostra Black 2012. A execução do móvel é da Ethel Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking. No toalete, paredes em vermelho são revestidas de painéis de MDF laqueados (brilhante), também pela Cap; as louças e metais são da Deca e os objetos de decoração e assessórios foram fornecidos por Renée Behar, Trousseau e Vallvé Kátia Kuwabara/ UOL Mais
David Bastos trouxe, diretamente da Bahia, conforto e informalidade para o Estar na Praia. As fontes de inspiração são a moda, a arte, a fotografia e o comportamento aliados a toda sofisticação que os ares litorâneos propiciam em tons claros, brancos e amadeirados. O ambiente ainda tem toques especiais em vermelho e azul, para não deixar a temperatura cair. O espaço de 66 m² explora réplicas antigas de barcos (com fundos que reproduzem o céu e o mar), cerâmicas encontradas em navios naufragados (Anno Domini), corais e inúmeras fotos que remetem ao tema praiano. As estantes são da Cap Marcenarias; o aparador vermelho (laca vermelha brilhante) é Ornare e os pratos decorativos são Paola Navone. O lustre sobre a bancada de jantar é de murano, enquanto o frigobar é da Viking. No toalete, paredes em vermelho são revestidas de painéis de MDF laqueados (brilhante), também pela Cap; as louças e metais são da Deca e os objetos de decoração e assessórios foram fornecidos por Renée Behar, Trousseau e Vallvé Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Simplesmente "cool", o Living Contemporâneo de Guilherme Torres impressiona por suas paredes estruturadas em microcimento e mármore branco - o mesmo encontrado no Palácio da Alvorada, na Capital Federal. A "caixa" de 80m² tem pé direito com 4 m de altura. No ambiente, chama a atenção o sofá capitonê Otto, com mais de 5 m de comprimento e que precisou ser estofado no local, devido as suas dimensões. O projeto idealiza a casa de um DJ, cuja "pick up" descansa sobre a mesa Luis 15 que está ao lado de obras de arte contemporânea - jovens e frescas - além de discos, sem perder sua imponência clássica. O sofá Pil, projetado pelo próprio Guilherme Torres, reforça o elemento retrô da composição, que apesar de predominantemente sóbria e cinza, não deixa as cores apagadas. A curadoria é da Zipper Galeria; a mesa de centro leva papel de parede Celine Dias e o biombo é assinado por Lucio Costa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Simplesmente "cool", o Living Contemporâneo de Guilherme Torres impressiona por suas paredes estruturadas em microcimento e mármore branco - o mesmo encontrado no Palácio da Alvorada, na Capital Federal. A "caixa" de 80 m² tem pé direito com 4 m de altura. No ambiente, chama a atenção o sofá capitonê Otto, com mais de 5 m de comprimento e que precisou ser estofado no local, devido as suas dimensões. O projeto idealiza a casa de um DJ, cuja "pick up" descansa sobre a mesa Luis 15 que está ao lado de obras de arte contemporânea - jovens e frescas - além de discos, sem perder sua imponência clássica. O sofá Pil, projetado pelo próprio Guilherme Torres, reforça o elemento retrô da composição, que apesar de predominantemente sóbria e cinza, não deixa as cores apagadas. A curadoria é da Zipper Galeria; a mesa de centro leva papel de parede Celine Dias e o biombo é assinado por Lucio Costa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Simplesmente "cool", o Living Contemporâneo de Guilherme Torres impressiona por suas paredes estruturadas em microcimento e mármore branco - o mesmo encontrado no Palácio da Alvorada, na Capital Federal. A "caixa" de 80m² tem pé direito com 4 m de altura. No ambiente, chama a atenção o sofá capitonê Otto, com mais de 5 m de comprimento e que precisou ser estofado no local, devido as suas dimensões. O projeto idealiza a casa de um DJ, cuja "pick up" descansa sobre a mesa Luis 15 que está ao lado de obras de arte contemporânea - jovens e frescas - além de discos, sem perder sua imponência clássica. O sofá Pil, projetado pelo próprio Guilherme Torres, reforça o elemento retrô da composição, que apesar de predominantemente sóbria e cinza, não deixa as cores apagadas. A curadoria é da Zipper Galeria; a mesa de centro leva papel de parede Celine Dias e o biombo é assinado por Lucio Costa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Simplesmente "cool", o Living Contemporâneo de Guilherme Torres impressiona por suas paredes estruturadas em microcimento e mármore branco - o mesmo encontrado no Palácio da Alvorada, na Capital Federal. A "caixa" de 80 m² tem pé direito com 4 m de altura. No ambiente, chama a atenção o sofá capitonê Otto, com mais de 5 m de comprimento e que precisou ser estofado no local, devido as suas dimensões. O projeto idealiza a casa de um DJ, cuja "pick up" descansa sobre a mesa Luis 15 que está ao lado de obras de arte contemporânea - jovens e frescas - além de discos, sem perder sua imponência clássica. O sofá Pil, projetado pelo próprio Guilherme Torres, reforça o elemento retrô da composição, que apesar de predominantemente sóbria e cinza, não deixa as cores apagadas. A curadoria é da Zipper Galeria; a mesa de centro leva papel de parede Celine Dias e o biombo é assinado por Lucio Costa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Simplesmente "cool", o Living Contemporâneo de Guilherme Torres impressiona por suas paredes estruturadas em microcimento e mármore branco - o mesmo encontrado no Palácio da Alvorada, na Capital Federal. A "caixa" de 80 m² tem pé direito com 4 m de altura. No ambiente, chama a atenção o sofá capitonê Otto, com mais de 5 m de comprimento e que precisou ser estofado no local, devido as suas dimensões. O projeto idealiza a casa de um DJ, cuja "pick up" descansa sobre a mesa Luis 15 que está ao lado de obras de arte contemporânea - jovens e frescas - além de discos, sem perder sua imponência clássica. O sofá Pil, projetado pelo próprio Guilherme Torres, reforça o elemento retrô da composição, que apesar de predominantemente sóbria e cinza, não deixa as cores apagadas. A curadoria é da Zipper Galeria; a mesa de centro leva papel de parede Celine Dias e o biombo é assinado por Lucio Costa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe de um dos quadros do Living Contemporâneo, projetado por Guilherme Torres. A obra bem-humorada, reflete outra, mais sóbria. O ambiente da Mostra Black teve curadoria da Zipper Galeria Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Íntima criada por Jorge Elias reproduz seu já conhecido estilo clássico, fazendo bom uso da parede de mármore lilás que é original na arquitetura da casa escolhida para a Mostra Black 2012. A decoração se propõe a resgatar o Tropicalismo fazendo um mix de barroco dramático com referências das décadas de 1940 e 50. As cores que predominam são o marrom e o salmão e o mobiliário constitui-se de mármores e veludos, combinados às palhas, bambus e outras fibras naturais "tropicalizantes" Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Íntima criada por Jorge Elias reproduz seu já conhecido estilo clássico, fazendo bom uso da parede de mármore lilás que é original na arquitetura da casa escolhida para a Mostra Black 2012. A decoração se propõe a resgatar o Tropicalismo fazendo um mix de barroco dramático com referências das décadas de 1940 e 50. As cores que predominam são o marrom e o salmão e o mobiliário constitui-se de mármores e veludos, combinados às palhas, bambus e outras fibras naturais "tropicalizantes" Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Íntima criada por Jorge Elias reproduz seu já conhecido estilo clássico, fazendo bom uso da parede de mármore lilás que é original na arquitetura da casa escolhida para a Mostra Black 2012. A decoração se propõe a resgatar o Tropicalismo fazendo um mix de barroco dramático com referências das décadas de 1940 e 50. As cores que predominam são o marrom e o salmão e o mobiliário constitui-se de mármores e veludos, combinados às palhas, bambus e outras fibras naturais "tropicalizantes" Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O gazebo assinado por Marina Linhares é estruturado em madeira vazada, com fechamento vítreo, em estrutura integrada a um jardim de inverno. O ambiente é um grande living que poderia estar numa cidade, na praia ou no campo. Daí ter sido batizado "Qualquer Lugar". O ritmo é ditado pela vegetação circundante e pelos tons naturais da madeira em móveis como as poltronas Ilhabela, da Vermeil. Ao mobiliário são combinados os tecidos da Entreposto - em cortinas, sofás e almofadas - os tapetes Missoni e uma infinidade de objetos de arte e designs variados que refletem a própria inspiração da arquiteta e suas influências trazidas das viagens pelo mundo Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O gazebo assinado por Marina Linhares é estruturado em madeira vazada, com fechamento vítreo, em estrutura integrada a um jardim de inverno. O ambiente é um grande living que poderia estar numa cidade, na praia ou no campo. Daí ter sido batizado "Qualquer Lugar". O ritmo é ditado pela vegetação circundante e pelos tons naturais da madeira em móveis como as poltronas Ilhabela, da Vermeil. Ao mobiliário são combinados os tecidos da Entreposto - em cortinas, sofás e almofadas - os tapetes Missoni e uma infinidade de objetos de arte e designs variados que refletem a própria inspiração da arquiteta e suas influências trazidas das viagens pelo mundo Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O gazebo assinado por Marina Linhares é estruturado em madeira vazada, com fechamento vítreo, em estrutura integrada a um jardim de inverno. O ambiente é um grande living que poderia estar numa cidade, na praia ou no campo. Daí ter sido batizado "Qualquer Lugar". O ritmo é ditado pela vegetação circundante e pelos tons naturais da madeira em móveis como as poltronas Ilhabela, da Vermeil. Ao mobiliário são combinados os tecidos da Entreposto - em cortinas, sofás e almofadas - os tapetes Missoni e uma infinidade de objetos de arte e designs variados que refletem a própria inspiração da arquiteta e suas influências trazidas das viagens pelo mundo Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O gazebo assinado por Marina Linhares é estruturado em madeira vazada, com fechamento vítreo, em estrutura integrada a um jardim de inverno. O ambiente é um grande living que poderia estar numa cidade, na praia ou no campo. Daí ter sido batizado "Qualquer Lugar". O ritmo é ditado pela vegetação circundante e pelos tons naturais da madeira em móveis como as poltronas Ilhabela, da Vermeil. Ao mobiliário são combinados os tecidos da Entreposto - em cortinas, sofás e almofadas - os tapetes Missoni e uma infinidade de objetos de arte e designs variados que refletem a própria inspiração da arquiteta e suas influências trazidas das viagens pelo mundo Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O Restaurante da Mostra Black 2012 ficou por conta de Renata Seripieri. No meio de um jardim - e a ele completamente integrado - tem estrutura que se parece a um grande pergolado de madeira laminada (Ita Construtora), com cobertura de vidro. Há também um lounge com bar, com instalação em madeira mais baixa e independente, onde desfila banco de 4 m de comprimento e 80 cm de largura (Tora Brasil) para recepção de visitantes. Tanto o bar quanto o piso do restaurante são em limestone - reforço à aplicação de materiais naturais brutos, como visto na espessa parede que reproduz a taipa de pilão. As formas retilíneas buscam pureza e simplicidade do design, no projeto viabilizado pela Archeufficio Arquitetura e Design em parceria com Tatiana Kamogawa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O Restaurante da Mostra Black 2012 ficou por conta de Renata Seripieri. No meio de um jardim - e a ele completamente integrado - tem estrutura que se parece a um grande pergolado de madeira laminada (Ita Construtora), com cobertura de vidro. Há também um lounge com bar, com instalação em madeira mais baixa e independente, onde desfila banco de 4 m de comprimento e 80 cm de largura (Tora Brasil) para recepção de visitantes. Tanto o bar quanto o piso do restaurante são em limestone - reforço à aplicação de materiais naturais brutos, como visto na espessa parede que reproduz a taipa de pilão. As formas retilíneas buscam pureza e simplicidade do design, no projeto viabilizado pela Archeufficio Arquitetura e Design em parceria com Tatiana Kamogawa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O Restaurante da Mostra Black 2012 ficou por conta de Renata Seripieri. No meio de um jardim - e a ele completamente integrado - tem estrutura que se parece a um grande pergolado de madeira laminada (Ita Construtora), com cobertura de vidro. Há também um lounge com bar, com instalação em madeira mais baixa e independente, onde desfila banco de 4 m de comprimento e 80 cm de largura (Tora Brasil) para recepção de visitantes. Tanto o bar quanto o piso do restaurante são em limestone - reforço à aplicação de materiais naturais brutos, como visto na espessa parede que reproduz a taipa de pilão. As formas retilíneas buscam pureza e simplicidade do design, no projeto viabilizado pela Archeufficio Arquitetura e Design em parceria com Tatiana Kamogawa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O Restaurante da Mostra Black 2012 ficou por conta de Renata Seripieri. No meio de um jardim - e a ele completamente integrado - tem estrutura que se parece a um grande pergolado de madeira laminada (Ita Construtora), com cobertura de vidro. Há também um lounge com bar, com instalação em madeira mais baixa e independente, onde desfila banco de 4 m de comprimento e 80 cm de largura (Tora Brasil) para recepção de visitantes. Tanto o bar quanto o piso do restaurante são em limestone - reforço à aplicação de materiais naturais brutos, como visto na espessa parede que reproduz a taipa de pilão. As formas retilíneas buscam pureza e simplicidade do design, no projeto viabilizado pela Archeufficio Arquitetura e Design em parceria com Tatiana Kamogawa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O Restaurante da Mostra Black 2012 ficou por conta de Renata Seripieri. No meio de um jardim - e a ele completamente integrado - tem estrutura que se parece a um grande pergolado de madeira laminada (Ita Construtora), com cobertura de vidro. Há também um lounge com bar, com instalação em madeira mais baixa e independente, onde desfila banco de 4 m de comprimento e 80 cm de largura (Tora Brasil) para recepção de visitantes. Tanto o bar quanto o piso do restaurante são em limestone - reforço à aplicação de materiais naturais brutos, como visto na espessa parede que reproduz a taipa de pilão. As formas retilíneas buscam pureza e simplicidade do design, no projeto viabilizado pela Archeufficio Arquitetura e Design em parceria com Tatiana Kamogawa Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda. A escultura na lareira é de Iole de Freitas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Em 100 m², o arquiteto Roberto Migotto quebrou o gelo da formalidade com estampas de tema africano e aliando o piano de cauda às poltronas de tachas (pela Érea, especialmente para este projeto). Seu Lounge África Pop Rock dá ênfase à marcenaria em nogueira americana versão brilhante (Maj Moreno), composta com móveis Cassina de estilo anos 1960. Os toques étnicos ficam por conta dos tecidos Celina Dias em poltronas, almofadas e objetos, como a grande moldura folhada a ouro dos anos 1920 (Raul&Alberto). Além de muito couro, peles, veludos, mármore e madeiras nobres, o projeto abusa de cores como preto, marrom, bege e havana. O toque final é a seleção de livros do próprio arquiteto, que revelam gostos por música e moda. A escultura na lareira é de Iole de Freitas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Ana Maria Vieira Santos fez uso de seus generosos 225 m² para construir uma Casa térrea e em estilo contemporâneo, dentro da mostra. O vidro é o elemento essencial à integração dos interiores ao jardim externo, com espelho d'água de 100 m² que percorre também um jardim interno. O movimento delineado pelo percurso d?água complementa-se com seixos soltos na cor verde, da Palimanan. A casa possui sala própria ao universo masculino, com adega para até 200 garrafas e ainda mesa-bar, mesa de jogos e aperitivos. No living, a lareira moderna faz contraste com móveis antigos. A maior parte do mobiliário foi desenhada por Ana Maria e todas as fotos usadas nas ambientações são de suas viagens internacionais Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Ana Maria Vieira Santos fez uso de seus generosos 225 m² para construir uma Casa térrea e em estilo contemporâneo, dentro da mostra. O vidro é o elemento essencial à integração dos interiores ao jardim externo, com espelho d'água de 100 m² que percorre também um jardim interno. O movimento delineado pelo percurso d?água complementa-se com seixos soltos na cor verde, da Palimanan. A casa possui sala própria ao universo masculino, com adega para até 200 garrafas e ainda mesa-bar, mesa de jogos e aperitivos. No living, a lareira moderna faz contraste com móveis antigos. A maior parte do mobiliário foi desenhada por Ana Maria e todas as fotos usadas nas ambientações são de suas viagens internacionais Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Ana Maria Vieira Santos fez uso de seus generosos 225 m² para construir uma Casa térrea e em estilo contemporâneo, dentro da mostra. O vidro é o elemento essencial à integração dos interiores ao jardim externo, com espelho d'água de 100 m² que percorre também um jardim interno. O movimento delineado pelo percurso d?água complementa-se com seixos soltos na cor verde, da Palimanan. A casa possui sala própria ao universo masculino, com adega para até 200 garrafas e ainda mesa-bar, mesa de jogos e aperitivos. No living, a lareira moderna faz contraste com móveis antigos. A maior parte do mobiliário foi desenhada por Ana Maria e todas as fotos usadas nas ambientações são de suas viagens internacionais Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Ana Maria Vieira Santos fez uso de seus generosos 225 m² para construir uma Casa térrea e em estilo contemporâneo, dentro da mostra. O vidro é o elemento essencial à integração dos interiores ao jardim externo, com espelho d'água de 100 m² que percorre também um jardim interno. O movimento delineado pelo percurso d?água complementa-se com seixos soltos na cor verde, da Palimanan. A casa possui sala própria ao universo masculino, com adega para até 200 garrafas e ainda mesa-bar, mesa de jogos e aperitivos. No living, a lareira moderna faz contraste com móveis antigos. A maior parte do mobiliário foi desenhada por Ana Maria e todas as fotos usadas nas ambientações são de suas viagens internacionais Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Beto Galvez e Nórea de Vitto assinam a Sala da Colecionadora - para uma personagem que coleciona obras e é antenada, elegante e sofisticada. A base do projeto é neutra e predominam os tons off white, criando um "efeito galeria". Detalhes dourados destacam-se no espaço; nos mobiliários e revestimentos que misturam materiais tradicionais como madeira, couro croco (coluna), laca e mármore. Sedas, veludos e uma banqueta Xangai revestida com pele de pescada são da Empório Beraldin. Por sua vez, as mesas de centro e o banco em couro, além do painel de madeira para parede da Vermeil, foram desenhados especialmente para o ambiente da dupla. A pintura da parede imita pergaminho. O abajur é da década de 70 e todas as obras de arte são da Galeria Leme, como o espelho de demolição (Henry Krokatsis) e a bola (Gustavo von Há) Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Beto Galvez e Nórea de Vitto assinam a Sala da Colecionadora - para uma personagem que coleciona obras e é antenada, elegante e sofisticada. A base do projeto é neutra e predominam os tons off white, criando um "efeito galeria". Detalhes dourados destacam-se no espaço; nos mobiliários e revestimentos que misturam materiais tradicionais como madeira, couro croco (coluna), laca e mármore. Sedas, veludos e uma banqueta Xangai revestida com pele de pescada são da Empório Beraldin. Por sua vez, as mesas de centro e o banco em couro, além do painel de madeira para parede da Vermeil, foram desenhados especialmente para o ambiente da dupla. A pintura da parede imita pergaminho. O abajur é da década de 70 e todas as obras de arte são da Galeria Leme, como o espelho de demolição (Henry Krokatsis) e a bola (Gustavo von Há) Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Beto Galvez e Nórea de Vitto assinam a Sala da Colecionadora - para uma personagem que coleciona obras e é antenada, elegante e sofisticada. A base do projeto é neutra e predominam os tons off white, criando um "efeito galeria". Detalhes dourados destacam-se no espaço; nos mobiliários e revestimentos que misturam materiais tradicionais como madeira, couro croco (coluna), laca e mármore. Sedas, veludos e uma banqueta Xangai revestida com pele de pescada são da Empório Beraldin. Por sua vez, as mesas de centro e o banco em couro, além do painel de madeira para parede da Vermeil, foram desenhados especialmente para o ambiente da dupla. A pintura da parede imita pergaminho. O abajur é da década de 70 e todas as obras de arte são da Galeria Leme, como o espelho de demolição (Henry Krokatsis) e a bola (Gustavo von Há) Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Fernanda Marques criou um ambiente para os roqueiros de carteirinha, bem como para os mais ligados em obras de arte (modernetes) e peças de design. O fictício dono do espaço é ousado, não convencional e opta em viver num living de pé-direito duplo com dois pavimentos interligados por uma passarela de estrutura metálica e vítrea. O roqueiro também é apaixonado por livros de arquitetura, moda e design, que ficam espalhados por toda parte, ao lado de almofadas de couro Empório Beraldin. A iluminação cênica dá destaque às obras de arte e volumes fundamentais à composição, destacando ainda materiais nobres - mármores e espelhos, nas paredes e nos pisos. É o living 'Goes Rock Too' Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Fernanda Marques criou um ambiente para os roqueiros de carteirinha, bem como para os mais ligados em obras de arte (modernetes) e peças de design. O fictício dono do espaço é ousado, não convencional e opta em viver num living de pé-direito duplo com dois pavimentos interligados por uma passarela de estrutura metálica e vítrea. O roqueiro também é apaixonado por livros de arquitetura, moda e design, que ficam espalhados por toda parte, ao lado de almofadas de couro Empório Beraldin. A iluminação cênica dá destaque às obras de arte e volumes fundamentais à composição, destacando ainda materiais nobres - mármores e espelhos, nas paredes e nos pisos. É o living 'Goes Rock Too' Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Fernanda Marques criou um ambiente para os roqueiros de carteirinha, bem como para os mais ligados em obras de arte (modernetes) e peças de design. O fictício dono do espaço é ousado, não convencional e opta em viver num living de pé-direito duplo com dois pavimentos interligados por uma passarela de estrutura metálica e vítrea. O roqueiro também é apaixonado por livros de arquitetura, moda e design, que ficam espalhados por toda parte, ao lado de almofadas de couro Empório Beraldin. A iluminação cênica dá destaque às obras de arte e volumes fundamentais à composição, destacando ainda materiais nobres - mármores e espelhos, nas paredes e nos pisos. É o living 'Goes Rock Too' Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Fernanda Marques criou um ambiente para os roqueiros de carteirinha, bem como para os mais ligados em obras de arte (modernetes) e peças de design. O fictício dono do espaço é ousado, não convencional e opta em viver num living de pé-direito duplo com dois pavimentos interligados por uma passarela de estrutura metálica e vítrea. O roqueiro também é apaixonado por livros de arquitetura, moda e design, que ficam espalhados por toda parte, ao lado de almofadas de couro Empório Beraldin. A iluminação cênica dá destaque às obras de arte e volumes fundamentais à composição, destacando ainda materiais nobres - mármores e espelhos, nas paredes e nos pisos. É o living 'Goes Rock Too' Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Gilberto Elkis apresenta seu Jardim Exótico Tropical, junto à piscina, impresso em curvas despidas e soltas que rompem a precisão das linhas da casa modernista. Inspirado na intensidade plástica e sensorial da tropicalidade brasileira, de verde imutável e vegetação exuberante, estão incluídas cycas, costelas-de-adão e pândanos veitchii que se fundem aos tijolos, seixos, pedras naturais Palimanan e vasos de pedra da Indonésia, que chegam a pesar até uma tonelada, da Jardí. Nas pedras, o Travertino Anticato French Pattern Tradicional para pisos - com desenho parecido ao da borda da piscina - e o mármore Água Marinha, também da Palimanan. O mobiliário é da linha Marina da Tidelli: chaise, poltrona e mesa de centro fabricados artesanalmente com cordas náuticas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
João Armentano trabalhou sobre a ampla marquise que ostentava pilares metálicos e puderam ser aproveitados para produzir o Estar do Giardino - espaço que acompanha a arquitetura original da casa escolhida para a Mostra Black 2012 - em seu estilo anos 1950. Foi inserida uma "caixa" no espaço da marquise, com revestimentos interno, em madeira nogueira, e externo, em cimento, piso de limestone (Galleria della Pietra) e caixilhos metálicos (SNaldi) com fechamento por vidro. O vidro serve de meio de comunicação com o jardim externo, assinado por Alex Hanazaki. O sofá em shantung de seda é Renée Behar, as poltronas de couro são da Micasa e a vermelha é da Cassina. A mesa de centro é assinada pelo próprio João Armentano e a iluminação ficou por conta da Wall Lamps e da Fas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
João Armentano trabalhou sobre a ampla marquise que ostentava pilares metálicos e puderam ser aproveitados para produzir o Estar do Giardino - espaço que acompanha a arquitetura original da casa escolhida para a Mostra Black 2012 - em seu estilo anos 1950. Foi inserida uma "caixa" no espaço da marquise, com revestimentos interno, em madeira nogueira, e externo, em cimento, piso de limestone (Galleria della Pietra) e caixilhos metálicos (SNaldi) com fechamento por vidro. O vidro serve de meio de comunicação com o jardim externo, assinado por Alex Hanazaki. O sofá em shantung de seda é Renée Behar, as poltronas de couro são da Micasa e a vermelha é da Cassina. A mesa de centro é assinada pelo próprio João Armentano e a iluminação ficou por conta da Wall Lamps e da Fas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
João Armentano trabalhou sobre a ampla marquise que ostentava pilares metálicos e puderam ser aproveitados para produzir o Estar do Giardino - espaço que acompanha a arquitetura original da casa escolhida para a Mostra Black 2012 - em seu estilo anos 1950. Foi inserida uma "caixa" no espaço da marquise, com revestimentos interno, em madeira nogueira, e externo, em cimento, piso de limestone (Galleria della Pietra) e caixilhos metálicos (SNaldi) com fechamento por vidro. O vidro serve de meio de comunicação com o jardim externo, assinado por Alex Hanazaki. O sofá em shantung de seda é Renée Behar, as poltronas de couro são da Micasa e a vermelha é da Cassina. A mesa de centro é assinada pelo próprio João Armentano e a iluminação ficou por conta da Wall Lamps e da Fas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
João Armentano trabalhou sobre a ampla marquise que ostentava pilares metálicos e puderam ser aproveitados para produzir o Estar do Giardino - espaço que acompanha a arquitetura original da casa escolhida para a Mostra Black 2012 - em seu estilo anos 1950. Foi inserida uma "caixa" no espaço da marquise, com revestimentos interno, em madeira nogueira, e externo, em cimento, piso de limestone (Galleria della Pietra) e caixilhos metálicos (SNaldi) com fechamento por vidro. O vidro serve de meio de comunicação com o jardim externo, assinado por Alex Hanazaki. O sofá em shantung de seda é Renée Behar, as poltronas de couro são da Micasa e a vermelha é da Cassina. A mesa de centro é assinada pelo próprio João Armentano e a iluminação ficou por conta da Wall Lamps e da Fas Kátia Kuwabara/ UOL Mais
No projeto de Luiz Carlos Orsini, o ambiente cartesiano segue as linhas da arquitetura da casa de Raimundo da Rocha Diniz e Sidonio Porto. A partir de um desnível de 90 cm entre o passeio e o jardim, o paisagista desenha um talude, integrando-os. O percurso é feito de placas de mármore travertino bruto até a área de lounge - este decorado por Leda Franco de Sá, com mobiliário da italiana Paola Lenti. O lounge acompanha as características arquitetônicas da fachada e seu teto foi pensado como uma continuação da marquise pré-existente. Dentre as espécies vegetais estão Aloe thraskii, Zamia furfuracea, Dracaena draco e Dion spinulosum. O espaço conta com 36 m² de espelho preto, para refletir nuances, texturas e formas do Jardim Kátia Kuwabara/ UOL Mais
No projeto de Luiz Carlos Orsini, o ambiente cartesiano segue as linhas da arquitetura da casa de Raimundo da Rocha Diniz e Sidonio Porto. A partir de um desnível de 90 cm entre o passeio e o jardim, o paisagista desenha um talude, integrando-os. O percurso é feito de placas de mármore travertino bruto até a área de lounge - este decorado por Leda Franco de Sá, com mobiliário da italiana Paola Lenti. O lounge acompanha as características arquitetônicas da fachada e seu teto foi pensado como uma continuação da marquise pré-existente. Dentre as espécies vegetais estão Aloe thraskii, Zamia furfuracea, Dracaena draco e Dion spinulosum. O espaço conta com 36 m² de espelho preto, para refletir nuances, texturas e formas do Jardim Kátia Kuwabara/ UOL Mais
No projeto de Luiz Carlos Orsini, o ambiente cartesiano segue as linhas da arquitetura da casa de Raimundo da Rocha Diniz e Sidonio Porto. A partir de um desnível de 90 cm entre o passeio e o jardim, o paisagista desenha um talude, integrando-os. O percurso é feito de placas de mármore travertino bruto até a área de lounge - este decorado por Leda Franco de Sá, com mobiliário da italiana Paola Lenti. O lounge acompanha as características arquitetônicas da fachada e seu teto foi pensado como uma continuação da marquise pré-existente. Dentre as espécies vegetais estão Aloe thraskii, Zamia furfuracea, Dracaena draco e Dion spinulosum. O espaço conta com 36 m² de espelho preto, para refletir nuances, texturas e formas do Jardim Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Pop de Murilo Lomas é uma grande mistura de tendências clássicas e modernas, além de cores, texturas e padronagens, todos sobre a base azul. Seu olhar volta-se para Hollywood e para a cultura pop dos anos 1960 e 70. Em 60 m² estão papéis de parede, carpetes, espelhos, tecidos, couro, latão, aço, entre outros. As obras de arte são assinadas por vários artistas renomados como Beatriz Milhazes, Os Gêmeos, Gerben Mulder e Vik Muniz Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Objetos de design bem-humorados se misturam a obras de arte e inúmeras texturas no ambiente projetado por Murilo Lomas para a Mostra Black 2012 Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Pop de Murilo Lomas é uma grande mistura de tendências clássicas e modernas, além de cores, texturas e padronagens, todos sobre a base azul. Seu olhar volta-se para Hollywood e para a cultura pop dos anos 1960 e 70. Em 60 m² estão papéis de parede, carpetes, espelhos, tecidos, couro, latão, aço, entre outros. As obras de arte são assinadas por vários artistas renomados como Beatriz Milhazes, Os Gêmeos, Gerben Mulder e Vik Muniz Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala Pop de Murilo Lomas é uma grande mistura de tendências clássicas e modernas, além de cores, texturas e padronagens, todos sobre a base azul. Seu olhar volta-se para Hollywood e para a cultura pop dos anos 1960 e 70. Em 60 m² estão papéis de parede, carpetes, espelhos, tecidos, couro, latão, aço, entre outros. As obras de arte são assinadas por vários artistas renomados como Beatriz Milhazes, Os Gêmeos, Gerben Mulder e Vik Muniz Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe de ilustração feita pel'Os Gêmeos e que está exposta no ambiente criado por Murilo Lomas para a Mostra Black 2012 Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O designer Rodrigo Almeida homenageia Roberto Burle Marx, com peças exclusivas e autorais que pretendem fugir da estética mais consumista. O conceito contemporâneo do chamado Gabinete Burle Marx também explora materiais naturais como couro, sisal, madeira e seda. Os tons do projeto - o azul claro e o acinzentado - são referência aos painéis de azulejos criados pelo paisagista que humanizou a arquitetura com formas orgânicas e sensoriais. Também o verde-água, o pistache azulado e o caramelo ganham destaque. Armários levam desenhos inspirados nas gravuras e pinturas de Burle Marx e uma das cadeiras tem tecido Christian Lacroix. Assentos e mesas de couro são peças exclusivas do designer, que decorou parede com peças cerâmicas de Hélio Vinci Kátia Kuwabara/ UOL Mais
O designer Rodrigo Almeida homenageia Roberto Burle Marx, com peças exclusivas e autorais que pretendem fugir da estética mais consumista. O conceito contemporâneo do chamado Gabinete Burle Marx também explora materiais naturais como couro, sisal, madeira e seda. Os tons do projeto - o azul claro e o acinzentado - são referência aos painéis de azulejos criados pelo paisagista que humanizou a arquitetura com formas orgânicas e sensoriais. Também o verde-água, o pistache azulado e o caramelo ganham destaque. Armários levam desenhos inspirados nas gravuras e pinturas de Burle Marx e uma das cadeiras tem tecido Christian Lacroix. Assentos e mesas de couro são peças exclusivas do designer, que decorou parede com peças cerâmicas de Hélio Vinci Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Praça na Mata, do agrônomo e paisagista Rodrigo Oliveira, fala das florestas do Brasil. Prevalece um retorno às origens, de simplicidade, tranquilidade, sustentabilidade e inspiração monocromática. São 600 m² de ambiente tropical, onde se priorizou uso do piso Concresteel, iluminação LED em gazebo do tipo container e plantas de variadas espécies como palmito, açaí, filodendros e cyclantus. O projeto luminotécnico é da ÜLI+friends Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Praça na Mata, do agrônomo e paisagista Rodrigo Oliveira, fala das florestas do Brasil. Prevalece um retorno às origens, de simplicidade, tranquilidade, sustentabilidade e inspiração monocromática. São 600 m² de ambiente tropical, onde se priorizou uso do piso Concresteel, iluminação LED em gazebo do tipo container e plantas de variadas espécies como palmito, açaí, filodendros e cyclantus. O projeto luminotécnico é da ÜLI+friends Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Praça na Mata, do agrônomo e paisagista Rodrigo Oliveira, fala das florestas do Brasil. Prevalece um retorno às origens, de simplicidade, tranquilidade, sustentabilidade e inspiração monocromática. São 600 m² de ambiente tropical, onde se priorizou uso do piso Concresteel, iluminação LED em gazebo do tipo container e plantas de variadas espécies como palmito, açaí, filodendros e cyclantus. O projeto luminotécnico é da ÜLI+friends Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala com Lareira e Terraço, de Sig Bergamin, recria a morada de um escritor americano que vive no deserto da Califórnia, durante a década de 1960 (100 m²). Neste trabalho, além de utilizar couro Capri para o revestimento do sofá (Empório Beraldin), Sig explora mármores, madeira, veludo, espelhos e peças decorativas de época, com a força de cores como verde limão, laranja, roxo e coral Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala com Lareira e Terraço, de Sig Bergamin, recria a morada de um escritor americano que vive no deserto da Califórnia, durante a década de 1960 (100 m²). Neste trabalho, além de utilizar couro Capri para o revestimento do sofá (Empório Beraldin), Sig explora mármores, madeira, veludo, espelhos e peças decorativas de época, com a força de cores como verde limão, laranja, roxo e coral Kátia Kuwabara/ UOL Mais
A Sala com Lareira e Terraço, de Sig Bergamin, recria a morada de um escritor americano que vive no deserto da Califórnia, durante a década de 1960 (100 m²). Neste trabalho, além de utilizar couro Capri para o revestimento do sofá (Empório Beraldin), Sig explora mármores, madeira, veludo, espelhos e peças decorativas de época, com a força de cores como verde limão, laranja, roxo e coral Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe de uma das fotografias expostas no ambiente criado por Sig Bergamin para a edição 2012 da Mostra Black Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe de um painel feito com capas de livros e exposto no ambiente criado por Sig Bergamin para a edição 2012 da Mostra Black Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Detalhe do lavabo junto ao ambiente criado por Sig Bergamin para a edição 2012 da Mostra Black Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Adriana Helú, Carolina Oliveira e Marina Torre Lobo, da Triplex Arquitetura, estreiam na Mostra Black 2012 com o projeto para a Recepção do evento. A parede traz intervenção com pinos de madeira que dão efeito visual único ao ambiente. Outros revestimentos sofisticam o acesso através da coloração chumbo. O espaço também conta com três monitores de LCD e espelhos Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Adriana Helú, Carolina Oliveira e Marina Torre Lobo, da Triplex Arquitetura, estreiam na Mostra Black 2012 com o projeto para a Recepção do evento. A parede traz intervenção com pinos de madeira que dão efeito visual único ao ambiente. Outros revestimentos sofisticam o acesso através da coloração chumbo. O espaço também conta com três monitores de LCD e espelhos Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Adriana Helú, Carolina Oliveira e Marina Torre Lobo, da Triplex Arquitetura, estreiam na Mostra Black 2012 com o projeto para a Recepção do evento. A parede traz intervenção com pinos de madeira que dão efeito visual único ao ambiente. Outros revestimentos sofisticam o acesso através da coloração chumbo. O espaço também conta com três monitores de LCD e espelhos Kátia Kuwabara/ UOL Mais
Adriana Helú, Carolina Oliveira e Marina Torre Lobo, da Triplex Arquitetura, estreiam na Mostra Black 2012 com o projeto para a Recepção do evento. A parede traz intervenção com pinos de madeira que dão efeito visual único ao ambiente. Outros revestimentos sofisticam o acesso através da coloração chumbo. O espaço também conta com três monitores de LCD e espelhos Kátia Kuwabara/ UOL Mais

Com 22 profissionais, Mostra Black abre 2ª edição em SP; veja os ambientes

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