Texturas, cores, iluminação e temperatura são alguns dos seus aliados para ter um quarto sexy

Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo

A tarefa de dizer para alguém o que é sexy ou não pode soar paradoxal. O sexy é uma expressão puramente pessoal e revela parte de um mundo particular. Assim, o que é sensual para um pode ser exatamente desinteressante para outro e vice-versa. Esse é o território mais íntimo possível, exatamente como o quarto em que dormimos.

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    Travesseiros macios, cores sóbrias e chiques, iluminação indireta deixam o ambiente sensual

Se definir o conceito "sexy" já é difícil, imagine então formular "dicas" para deixar qualquer dormitório mais, digamos, irresistível? A missão quase impossível foi dada pelo UOL Casa a três profissionais especializados em decoração: o designer Marcel Steiner e os arquitetos Gustavo Calazans e Diego Revollo. Não por coincidência, três homens, mas com visões muito peculiares.

Revollo tem aversão às soluções clichês e à estética kitsch tão comuns nessa área e propõe a intensa personalização do projeto. Steiner celebra o quarto como o local mais importante da casa e reclama do pouco espaço dedicado a esse cômodo nos projetos de apartamentos contemporâneos. Calazans identifica alguns perigos que podem deixar o quarto um desânimo total, apesar dos relativismos do tema. "Quando me propuseram esse desafio logo pensei que se eu soubesse a fórmula do que deixa algo -ou alguém- sexy estaria rico!", comenta.

O consenso a que chegaram os profissionais foi o de que o espaço de dormir deve ser o mais sensorial possível: veja 9 dicas para conseguir esse efeito.



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