Conheça os tipos de hipnose

Colaboração para o UOL

Além da versão mais conhecida, a ericksoniana, existem outras variações da técnica. Veja abaixo: 

Dinâmica - A técnica exclui a indução verbal e adoção de técnicas de comunicação não verbal, em que o paciente permanece consciente, com capacidade de percepção do tempo, espaço e principalmente controle de seus atos. A hipnose dinâmica não necessita mais do que três ou quatro minutos para a indução. Consciente durante toda a sessão, o paciente não é passivamente sugestionado, passa a interferir nas mudanças da estrutura da personalidade, conseguindo eliminar seus mecanismos de defesa e deixando que o inconsciente encontre as respostas para os próprios problemas. "No tratamento com a hipnose dinâmica ajudamos o paciente a substituir os valores negativos adquiridos ao longo da vida, que prejudicam o processo evolutivo e de crescimento, trocando-os por outros positivos, que favoreçam o bem-estar físico e emocional do paciente", explica Leonard F. Verea, fundador da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e Dinâmica e diretor do Instituto Verea, de São Paulo.

Clássica – Data de 1723, quando se acreditava que para se livrar de trauma era preciso voltar até o fato e reverenciá-lo, sofrer de novo (sofrologia), ou seja, se a pessoa bateu o carro e não dirige mais, ela teria de, mentalmente, entrar no carro, sofrer tudo novamente e tomar consciência de que aquilo já passou.

Condicionativa – Surgiu na década de 1980. O método aborda diretamente o problema, como o medo de dirigir, sem necessidade de investigar e fazer o bloqueio do emocional negativo que envolve aquela experiência. Fica apenas o fato; quando a mente for fazer uma associação com aquele registro, ela não encontra mais o referencial negativo que desencadeava o medo, tremores e palpitações. É um processo de libertação. Com motivação e autoestima, a pessoa pode sair da sessão com vontade de dirigir e até ir para a casa dirigindo. (Heloísa Noronha)
 



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