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20 itens que eram hits das festas de aniversário dos anos 1970/80

Colaboração para o UOL, em São Paulo

18/04/2016 07h15

Mesas de madeira aparente sem toalha, "naked cake" (bolo pelado, em inglês), "cake pop" (bolo no palito, em inglês), pasta americana, bolo com mais de um andar... Todos esses itens tão comuns nas festas de hoje em dia não eram usados nem em sonho nos aniversários do anos 1970 e 1980.

Sim, os tempos mudaram, mas algumas coisas deixaram saudades em nossos corações (ou não). Veja a seguir 20 hits das festinhas de aniversário de antigamente.

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    Bolos enormes

    Se hoje os bolos cresceram para cima e são cheios de camadas, nos anos 1970/1980, eram baixos e ocupavam grande parte da mesa. Cheios de chantilly e confeitos coloridos, o que importava era não faltar pedaços para todos os convidados da festa.

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    Bexiga cheia de bala

    O ponto alto da festa era estourar uma bexiga enorme cheia de guloseimas. Geralmente, o aniversariante tinha o privilégio de começar a brincadeira, mas era só o bexigão estourar para os convidados se jogarem no chão para pegar o máximo de balas que suas pequenas mãos pudessem.

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    Bala de coco

    Não tinha uma festa infantil que não tivesse as balas de coco embaladas em papel crepom. A franja das embalagens formavam cascatas que enfeitavam a mesa. Isso no início da festa, pois logo a decoração começava a apresentar buracos feitos por convidados ansiosos.

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    Canudinho

    Com recheio de doce de leite ou maionese, eles eram presença garantida nos aniversários de criança. Comprados prontos, bastava recheá-los e fazer um desenho bonito na bandeja na hora de servir os convidados do evento.

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    Lençol na parede

    Se a parede não fosse tão bonita, bastava pegar um lençol ou qualquer outro pedaço de tecido na gaveta para esconder as imperfeições. Se o lençol fosse decorado, então, já estava decidido o tema da festa!

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    Chapéu de papelão

    Se todas as crianças não estivessem com o chapéu da festa, as fotos não ficavam boas. Os menores se irritavam com o elástico que ficava próximo do pescoço para prender o adereço. Alguns até o estouravam de tanto mexer no chapéu, mas, no fim, dava tudo certo na hora de cantar o "Parabéns".

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    Carne louca

    A panela com carne desfiada geralmente ficava na mesa e os minipães cortados ao lado. Quem tivesse fome, era só ir lá e se servir. O melhor é que quando esfriava, bastava voltar a panela um pouco para o fogão que a carne recuperava sua melhor forma. Bons tempos quando ninguém se preocupava com as bactérias.

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    Língua de sogra

    Tinha coisa mais irritante do que alguém assoprando uma língua de sogra bem na sua orelha? Não tinha, por isso era tão divertido. Colorido, o brinquedo até servia, às vezes, para decorar a mesa do aniversário. O único revés para quem adorava brincar era quando o papel rasgava.

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    Bolo gelado no papel alumínio

    Esqueça o "naked cake", embalagens de chiffon e cobertura de pasta americana... O bolo que realmente fazia sucesso nas festas infantis era o bolo gelado de coco embrulhado no papel alumínio. Quanto mais molhadinho, melhor. Só dava um pouco de trabalho ter de lamber toda a cobertura que grudava na embalagem.

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    Refrigerantes caçulinha

    Difícil entender como as crianças daquela época não se cortavam todas, não dá para imaginar os pequenos hoje em dia correndo de lá para cá com uma garrafa de vidro de refrigerante. Mas que a bebida ficava mais gostosa, ah, isso ficava...

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    Guardanapo no copo

    Os copos de plástico coloridos faziam parte da decoração da mesa de bolo e formavam desenhos quase simétricos. Ficavam lindos antes de os convidados chegarem e começarem a pegá-los. Para caprichar ainda mais, era costume usar guardanapos enrolados dentro de cada copo.

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    Letras de isopor na parede

    Dava um trabalhão recortar as letras com o nome do aniversariante direitinho, mas o resultado valia a pena. Era só o que precisava como fundo da mesa de bolo.

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    Lona no portão da garagem

    Qualquer lugar era lugar quando se precisava fazer uma festa de aniversário, mas não tinha espaço melhor do que uma boa garagem. Só não dava para deixar que todos que passassem na rua espiassem a festa. Por isso, a lona --geralmente preta-- sempre entrava em cena para garantir a privacidade dos convidados.

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    Saia de mesa de papel crepom

    Se hoje estão na moda as mesas impecáveis sem necessidade de toalha, naquela época, o móvel que recebia a decoração podia ser de qualquer jeito. Isso porque ele era coberto com papel crepom e as laterais tinham uma saia --normalmente cheia de babados. Não era fácil recortar tudo no tamanho certo e fazer o franzido simétrico, mas o resultado valia a pena.

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    Gelatina de "Parabéns"

    Não tinha nada mais fácil --e barato-- de fazer do que as gelatinas de vários sabores, colocadas em copinhos plásticos. Tinha toda uma técnica para apertar o recipiente sem precisar de colher para comer. A guloseima também era um truque para a criançada não assoprar a vela no lugar do aniversariante. Cada copinho com gelatina vinha com uma velinha espetada.

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    Caixa de isopor para bolo

    Na época em que não existiam os bolos cenográficos, as caixas de isopor decoradas guardavam o bolo já em pedaços, prontos para comer. Elas eram especialmente práticas para comemorar o aniversário das crianças na escola.

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    Saquinho de lembrancinhas

    Não tinha tristeza quando a festa acabava, pois era chegada a hora de pegar as lembrancinhas e descobrir o que as crianças iam levar para casa. Os saquinhos-surpresa podiam ter balas, chocolates e brinquedinhos de plástico.

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    Batatinhas temperadas

    As batatas bolinhas podiam ser feitas dias antes e deixadas na conserva com alho, azeite, cebola e vinagre. Quanto mais apuradas, melhor. Os potinhos com elas espetadas em palitos eram espalhados por todo o local da festa.

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    Sanduíche em formato de triângulo

    Como as comidinhas das festas costumavam ser feitas pelas próprias mães, elas eram básicas e fáceis de preparar. Para os sanduíches, bastava tirar a casca do pão de forma, rechear com patê ou frios e cortá-lo na metade na diagonal.

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    Olho de sogra

    É um mistério por que as bandejas com brigadeiros e os beijinhos acabavam rapidamente, enquanto as que abrigavam os docinhos feitos com ameixa sobravam para o dia seguinte. Independentemente se eles faziam sucesso ou não, era tradição: eles tinham de marcar presença em todas as festas infantis.