Kate Moss irrita vizinhos com projeto de reforma de sua casa

  • Reprodução/Terry Richardson's Diary

    Kate Moss e Jamie Hince na lua de mel do casal no hotel Ritz (4/7/2011)

    Kate Moss e Jamie Hince na lua de mel do casal no hotel Ritz (4/7/2011)

Londres - A modelo Kate Moss foi criticada pelos seus vizinhos no bairro de Highgate, no norte de Londres, que não viram com bons olhos o projeto de reforma de sua casa por considerarem que a obra teria impacto negativo no local.

Como detalha nesta sexta-feira o jornal britânico "The Daily Telegraph", a modelo pediu à Prefeitura permissão para construir uma sauna e uma academia no porão da casa, que data do século XVII.

Moss pretende instalar oito câmeras de segurança na casa, avaliada em US$ 11,5 milhões, e uma antena parabólica.

Os planos da modelo, casada desde o mês passado com o músico britânico Jamie Hince e considerada um ícone mundial da moda, poderiam "causar um grave impacto" na vizinhança, revelou uma vereadora desse distrito londrino, Maya de Souza, que afirmou em declaração ao "The Daily Telegraph" que a obra poderia "alterar gravemente" o abastecimento de água na área.

Os próprios vizinhos de Moss também criticaram em várias ocasiões o projeto, considerado inadequado para essa área da capital e por não estar de acordo com o estilo de Highgate.

Na solicitação de permissão enviada à Prefeitura de Camden, o imóvel onde Moss vive é descrito como uma das seis casas de maior valor do lado oeste de Highgate Hill.

A casa tem até uma placa comemorativa para lembrar que ali morou o romancista e dramaturgo J.B.Priestley e o poeta Samuel Taylor Coleridge durante 11 anos, até sua morte, em 1834.

De acordo com "The Daily Telegraph", na solicitação enviada por Moss consta que a modelo não consultou "os vizinhos" antes de fazer seu projeto de reforma, que estaria avaliado em US$ 3,5 milhões.

Além do suposto "impacto que possa provocar no fornecimento de água" do bairro, Maya também considerou os "ruídos" da obra como outro impedimento aos planos de Moss, e acrescentou que o movimento dos caminhões durante a reforma "causaria muito incômodo, além de ser risco para outros moradores".

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