Com ajuda da placa, imóveis são alugados com mais rapidez em São Paulo

SÃO PAULO – Em uma época em que os anúncios em jornais e mídias de comunicação nunca foram tão importantes, a velha placa de “aluga-se”, na porta do imóvel, ainda é fator importante para a sua rápida comercialização.

Um levantamento realizado pela Lello, empresa de administração imobiliária atuante no estado de São Paulo, mostra que a inserção do comunicado de locação no imóvel, aliado aos demais anúncios possíveis, pode reduzir pela metade o tempo para o fechamento de um contrato na capital paulista.

Tomando-se como base o período em que o imóvel fica vago, no caso de um apartamento de dois dormitórios, por exemplo, cuja procura é a mais recorrente na cidade, o tempo de espera chega, em média, a 20 dias, com o auxílio da placa. Dentre os imóveis sem placa, esse tempo sobe para 40 a 50 dias antes de serem efetivamente alugados.

Força
Chama a atenção também o fato de 47% dos candidatos a inquilinos que consultaram a Lello nos seis primeiros meses deste ano terem visto a placa na porta do imóvel, antes de procurarem a administradora.

“A placa tem ótimo potencial de retorno e pode servir como complemento ao anúncio em outras mídias, pois, ao ser colocada no imóvel, gera consulta imediata. Sem contar que o pretendente já visualiza o estado externo do imóvel, tem uma ideia de sua dimensão e já conhece sua localização exata”, afirma a gerente de Marketing da Lello Imóveis, Elaine Fouto.

A afirmação de Elaine é amparada pelos dados de contratos de locação fechados pela Lello no primeiro semestre. De maneira geral, as placas foram responsáveis diretamente por 27% dos negócios. Uma parcela de 33% chegou a empresa a partir de anúncios em jornais, revistas, internet e outros meios.

Já 34% compõem o grupo de clientes que já conheciam a empresa (não viram nenhum anúncio específico) e 6% vieram por indicação de clientes e plantonistas da administradora.

Negócios
Segundo a empresa, o número de novos contratos de locação residencial na cidade de São Paulo cresceu 15,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2009.

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