Cidade de SP: imóveis com aluguel de até R$ 1,2 mil são os mais locados em julho

São Paulo - O número de imóveis alugados na capital paulista em julho foi 40,6% maior do que o registrado no mês anterior, revelou pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgada nesta quarta-feira  (28). Os imóveis com aluguel de até R$ 1,2 mil tiveram a preferência, com 52,86% dos contratos.

Dentro desta faixa de valor, destacam-se as unidades com aluguel de R$ 401 a R$ 600, que registraram participação de 14,53%. Em seguida, aparecem imóveis de R$ 201 a R$ 400, que representaram 11,72% do total de locações.

Ainda segundo o levantamento, realizado com 454 imobiliárias, foram alugados mais apartamentos (54,52%) do que casas (45,48%).

Valores
Não foram registrados aluguéis de até R$ 200, enquanto os de R$ 1.601 a R$ 1.800 registraram a menor representatividade, de 1,12%, conforme a tabela abaixo:

Valor do aluguel Percentual de contratos
até R$ 200 nulo
de R$ 201 a R$ 400 11,72%
de R$ 401 a R$ 600 14,53%
de R$ 601 a R$ 800 10,31%
de R$ 801 a R$ 1.000 8,72%
de R$ 1.001 a R$ 1.200 7,59%
de R$ 1.201 a R$ 1.400 5,34%
de R$ 1.401 a R$ 1.600 5,34%
de R$ 1.601 a R$ 1.800 1,12%
de R$ 1.801 a R$ 2.000 1,78%
acima de R$ 2.000 33,55%

Fonte: Creci-SP

Devoluções e inadimplência
Ainda segundo a pesquisa realizada pelo Creci-SP, em julho, os descontos concedidos pelos proprietários sobre os valores inicialmente pedidos pelo aluguel de seus imóveis variaram de 8,19% na Zona A (Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros e Campo Belo) a 10,92%, na zona E (Brasilândia, Campo Limpo, Cangaíba).

Na zona C (Aeroporto, Água Rasa e Bosque da Saúde), o desconto ficou em 10,56%. Já na Zona B (Aclimação, Alto da Lapa e Brooklin), foi de 8,96%, enquanto na zona D (Água Rasa, Americanópolis e Aricanduva), a redução foi de 8,85%. Frente ao mês anterior, ofereceram descontos menores os proprietários de imóveis nas zonas C, D e E.

O levantamento aponta ainda que 58,68% dos imóveis alugados em julho foram devolvidos às imobiliárias.

Quanto à inadimplência, ela passou de 3,99% dos novos contratos em junho para 4,5% em julho.

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