Veja com foi a primeira vez de uma solteira

Colaboração para o UOL

Lyly* é uma mulher independente, 33 anos, solteira, nutricionista. Sempre teve curiosidade de visitar uma casa de troca de casais e nunca pôde. Até que, há alguns dias, foi convidada por um amigo que já conhece o tipo de lugar, tomou coragem e foi.

 

“Sou muito tímida e tive de tomar dois drinques no jantar para ter a coragem de topar o convite do meu amigo de infância (risos). Chegando lá, fui surpreendida pela reação do maître, que veio nos cumprimentar olhando nos olhos e com um aperto de mão, dando boas-vindas. Isso me soou um tanto quanto agressivo, já que eu estava ali morta de vergonha, mas decidi continuar. Logo no bar você percebe algo no ar... Os homens te olham com certa profundidade, enquanto as mulheres, pelo menos as que vi naquela noite, desviaram o olhar diversas vezes. Senti que muitas delas estavam ali para satisfazer o desejo dos parceiros e se esforçavam para isso. Dois drinques mais tarde e tomamos coragem de dar uma volta, ir até as cabines para ver o que acontecia. Foi então que meu amigo chegou ao ápice. Como homem é muito mais voyer que mulher... Havia mulheres que transavam com caras nos sofás; outras, faziam sexo oral em parceiros; alguns, ao redor, apreciavam a cena. Eu achei legal o lance do não julgamento. Quem está lá está a fim de sentir prazer e pronto. Eu quis voltar para o bar e meu parceiro queria olhar e ficar mais. Começou a me acariciar e entramos na onda. Percebi uma outra mão me tocar e senti um arrepio. Foi então que fechei os olhos... É muito intrigante a sensação de ser tocada por mais de um homem e ter outros te olhando... Não fui até o fim, não. Já nos amassos mais calientes, decidi parar e voltar ao bar. Lá encontrei um casal contratado da casa que promovia striptease, interagindo com os convidados. Assistimos ao resto do show e fomos embora. Foi bacana, mas acho que ainda não estou pronta para isso.”  (Renata Rode)

 

* O nome foi trocado a pedido da entrevistada

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