Artista brasileira cria roupas de camisinha expostas em várias partes do mundo

Da Redação

  • Daniel Delaunay/Divulgação

    Foto de vestidos feitos com camisisinhas, expostos na Suécia

    Foto de vestidos feitos com camisisinhas, expostos na Suécia

A artista plástica brasileira Adriana Bertini uniu de um jeito curioso a moda à luta contra a Aids. Com camisinhas rejeitadas pelo controle de qualidade das marcas de preservativo, ela cria vestidos e outras peças de roupas, expostas atualmente em cinco países. Além disso, aparece na capa da revista inglesa "Reproductive Health Matters". Em homenagem ao Dia Mundial de Combate à Aids, a publicação editou dois cartões postais com trabalhos da artista, distribuídos em escolas, universidades e estações de metrô londrinos.

A coleção, intitulada "Vista-se Contra a Aids", tem 30 obras que ganham drapeados, babados e textura de tecido graças ao trabalho e tingimento do látex dos preservativos.

Em Gutenberg, Suécia, Adriana participa da exposição "No Name Fever", com quatro obras no World Museum of Cultures. Na Holanda, obras da artista vão do Centraal Museum, em Ultrecht, para o programa de televisão Max y Catherine, apresentado por Catherine Keyl. Já nos Estados Unidos, a arte feita com camisinha está no hall do National Institute of Health, em Washington. Em Dakar, no Senegal, as obras podem ser apreciadas na sede da UNESCO. Em Pucket, Tailândia, os vestidos estão na Life Home Project, ONG em que a artista foi voluntária em 2004.

Em São Paulo, a artista participa da exposição do GAPA, no hall do Santader Banespa, onde recentemente participou da Semana Nacional da Solidariedade.

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