Lino Villaventura faz roupas performáticas inspiradas na alta-costura e em Kubrick

CAROLINA VASONE
Editora de UOL Estilo

  • Alexandre Schneider/UOL

    Barbara Fialho encerra o desfile de imagens impactantes de Lino Villaventura

    Barbara Fialho encerra o desfile de imagens impactantes de Lino Villaventura

O trabalho artesanal e minucioso de Lino Villaventura fechou o segundo dia do São Paulo Fashion Week nesta quinta (25) com ares de alta-costura, vestidos origamis e referências ao século 18, numa coleção de tons mais escuros com brilhos, bordados, pregas enormes e volumes ora duros, ora sensuais.



A inspiração, segundo o estilista, era em Stanley Kubrick, talvez em referência ao filme "Barry Lyndon" (1975). Mas o que chamou a atenção na passarela foram, primeiro, os vestidos com volumes duros e aspecto quase de armadura, com nervuras, pregas enormes, golas assimétricas, camadas de tiras de tecido formando babados geométricos. Depois, os vestidos em tule com flores bordadas e anquinhas, com armações por baixo, apareceram para fazer referência ao século 18 e mereceram destaque na coleção, em tons de amarelo com azul sujo e grafite com esverdeado.



O perfume de alta-costura permeou toda a coleção feminina, fazendo referência especial a John Galliano, claro, com a marca pessoal de Lino Villaventura. Para terminar, Barbara Fialho, no melhor estilo Galliano, entra com um manto volumoso, com franzido formando bolhas de tecido e, ao chegar no final da passarela, mostra o vestido sensual, curto, preto, com correntes de metal.
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