Giorgio Armani exalta o eclético e a diversidade cultural

Da Ansa, em Milão

  • EFE

    Look da coleção de Giorgio Armani

    Look da coleção de Giorgio Armani

Mulheres livres e ecléticas, um pouco nômades, que sabem vestir uma capa afegã sobre uma blusinha "milanesa", que mesclam certezas e inspirações longínquas, Giorgio Armani pensa em uma feminilidade errante, que usa também o étnico mas somente como sugestão cultural para enriquecer o próprio estilo inconfundível.

Ontem, a Empório Armani desfilou o estilo milanês, hoje, com a primeira linha, completou sua tese sobre uma passarela que explica como a alma milanesa se exprime através das sólidas certezas de uma elegância sempre atual, aberta às culturas.

Isso por que Milão não quer dizer apenas o Duomo e vizinhanças. Giorgio Armani mescla as sugestões que mais ama, o Japão e a China, por certas estampas, por certas blusinhas que agora fazem parte de seu DNA.

Simplicidade e teatralidade, existem para todos os gostos, pela mulher que na noite escolhe o sobretudo preto sobre a roupa de renda com capuz, para aquela que prefere a saia justa até a canela e a blusinha de veludo. Para aquela que ousa o estilo cigano mesclado franjas de tecidos, plissé soleil, chiffon e xales, pingentes e colares.

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