Investigação sobre a morte de Versace acabou muito cedo, diz ex companheiro

Da Ansa, em Roma

A investigação sobre o assassinato de Gianni Versace, que aconteceu em julho de 1997 em Miami (Estados Unidos), "encerrou apenas um mês depois, de maneira muito apressada", segundo D'Amico, ex e último companheiro do estilista italiano.

"É um absurdo que sua família tenha aceito esta resolução", acrescenta D'Amico durante uma entrevista no programa de televisão pública italiana RaiUno "Effetto sabato", onde apresentou o livro de sua história com Versace.

No programa, que reconstituiu os acontecimentos daqueles dias há 11 anos, participou também o diretor da RaiUno, Fabrizio Del Noce, que em 1997 era correspondente em Nova York para a televisão pública e acompanhou a investigação federal sobre o assassinato de Versace.

O estilista foi baleado em frente a sua mansão em Miami Beach, na Flórida, quando voltava a pé de um café.

Quando ia abrir a grade de entrada de sua casa, por volta das 9h, um jovem o cercou e atirou contra ele. Ele foi identificado pela polícia como Andrew Philip Cunanan, um assassino em série que pouco depois se matou.

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