Giorgio Armani responde acusações da Peta

Da Ansa, em Milão

  • Reuters

    Cartaz de protesto do Peta retrata o estilista Giorgio Armani como o personagem Pinóquio

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Após o protesto de ativistas da associação de defesa dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético com Animais, na sigla em ingês), o grupo Giorgio Armani divulgou uma nota na qual declara "ter decidido renunciar à realização de produtos com pele de animais, com exceção da pele de coelho, que deriva do uso de animais já empregados como fonte alimentar".

A associação realizou um protesto na terça-feira (7) em frente à loja Emporio Armani de Milão, acusando Armani de ter mentido ao garantir que não usaria mais peles de animais em suas criações.

No comunicado, o grupo afirmou "não poder deixar de destacar como a Peta está usando o nome da empresa para sensibilizar a opinião pública, não considerando que a presença dos produtos em pele nas coleções da grife sempre foi extremamente pouco relevante, ao contrário do que acontece em outras casas de moda, que fazem das peles seu principal negócio".

O comunicado conclui dizendo que "o que é mais reprovável é a tentativa por parte da Peta de desacreditar o nome da empresa, contatando diretamente pessoas muito próximas à grife Armani", em referência à iniciativa dos ativistas de entrar em contato com celebridades que vestem Armani, como Tom Cruise e Cate Blanchett, para pedir seu apoio à campanha.

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