Construção e reforma

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Fotos
Prêmio Design MCB 2016 - Categoria "Construção" - 1º lugar: Coleção Raízes - Azul, de Gabriel Freitas de Andrade, Marcelo Rosenbaum, Paulo Biacchi, Carolina Armellini, Adriana Benguela - Produção: Pointer Portobello Divulgação

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O interior do trailer modelo Airstream (1969) tem paredes curvas que geram a "sensação de estar dentro de um grande ovo", segundo Floyd Heckman (um dos proprietários). Destaque para a cozinha com móveis e eletros em vermelho vivo (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Tony Cenicola/ The New York Times

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Telhas de vidro e de policarbonato - Além das telhas de cerâmica, concreto e fibrocimento, existem no mercado peças fabricadas de vidro que permitem a passagem de luz natural, têm efeito decorativo e são comercializadas nos mesmos modelos das de barro Getty Images

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Disponíveis nos modelos trapezoidal e ondulada, nas versões cristal e leitosa, as telhas de policarbonato da Santo André (www.sandre.com.br) são indicadas para coberturas e fechamentos laterais, como em varandas. O preço sugerido é R$ 59 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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As telhas metálicas da Santo André (www.sandre.com.br) são feitas de aço e comercializadas nos modelos trapezoidal (foto) e ondulada. O preço sugerido para peça na espessura 0,43 mm, com acabamento Galvalume, é R$ 19,09 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Disponível nas versões incolor (foto) e fumê, a telha Onduclair, da Onduline (www.onduline.com.br), é produzida com policarbonato e mede dois metros de comprimento por 0,95 m de largura. O preço sugerido é R$ 185,22 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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De fibrocimento, a telha da Brasilit (www.brasilit.com.br), modelo Ondulada Residencial, tem 1,1 metro de largura, com comprimentos variáveis de 1,22 m a 3,66 m. O preço médio sugerido é R$ 17 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha Euro 10, da Eurotop, é fabricada em cerâmica resinada e mede 46,5 cm por 28 cm por 6,29 cm. A peça tem peso médio de 3,6 kg e pode ser comprada na Pinezi (www.pinezi.com) por R$ 1,50 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de concreto, a telha da marca Eurotop mede 42 cm por 33 cm e tem peso médio de 4,7 kg (por peça). O produto é vendido na Pinezi (www.pinezi.com) ao custo de R$ 2,24 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Com propriedade termoacústica, a telha-forro da Santo André (www.sandre.com.br) é composta por uma face externa metálica, um núcleo de poliuretano de alta ou baixa densidades e um filme de PVC na face inferior. Os preços sugeridos são: R$ 50, o metro com baixa densidade, e R$ 68, o metro com alta densidade I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Fabricada em concreto, a telha da marca Decorlit, modelo 52 Coppo Veneto Elegance, mede 7 cm por 33 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) por R$ 2,65 (a unidade, na cor cinza pérola) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha modelo colonial CRFS, da marca Brasilit, é feita de fibrocimento e mede 81,6 cm por 61,8 cm. A peça sai por R$ 9,90 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Da marca Ibravir, a telha de vidro do modelo Capanal mede 40 cm por 21,5 cm e está à venda na Casa Show (11 4020-9724), por R$ 47,90 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Produzidas com fibras vegetais, resina e betume, as telhas Onduvilla, da marca Onduline (www.onduline.com.br), estão disponíveis nas cores Vermelho Mesclado e Terracota Fiorentino 3D (foto). O preço sugerido do produto é R$ 10,49 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha da marca Onduline é feita a partir de fibras vegetais recicladas e pode receber pintura. O produto é vendido na Casa Show (11 4020-9724) por R$ 38,90 (a unidade medindo dois metros por 0,95 m, na cor vermelha) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Produzida com argila micro granulada, a telha Classic Coffee, da marca Perkus, é esmaltada e mede 26 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na C&C (www.cec.com.br) por R$ 3,40 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha de cerâmica, modelo americano, é fabricada pela Cerâmica Laranjal Paulista e comercializada pela Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br). O metro quadrado do produto, com acabamento natural, sai por R$ 15 I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de cerâmica esmaltada, a telha Tettogres, do Grupo Ouro Blanco, é vendida na Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br) por R$ 28 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de barro, a telha portuguesa, da marca Cerâmica Santo André, custa R$ 1,19 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br). A peça mede 38 cm por 20 cm I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha de cerâmica, modelo Plan, mede 15 cm de largura e 47 cm de comprimento. O produto está à venda na Leroy Merlin - unidade Marginal Tietê (0800 020 5376) -, por R$ 0,89 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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elhas metálicas e termoacústicas - Com grandes dimensões, as telhas metálicas são usadas, de modo geral, em edificações comerciais e industriais que não possuem muitos pilares Getty Images

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Telhas de concreto e de fibrocimento - As telhas de concreto demandam um ripamento mais reforçado e de espessura maior por serem mais pesadas Getty Images

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Telhas cerâmicas - As telhas de menor tamanho como as feitas de cerâmica são comumente usadas em telhados de construções residenciais Getty Images

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Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso térreo ficaram o living com cozinha gourmet, o home theater com spa e a área de lazer externa com piscina e pergolado Arte UOL

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Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso superior está a casa propriamente dita: as áreas íntimas contam com cozinha privativa, para uso exclusivo da família Arte UOL

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No jardim térreo do apartamento Alto de Pinheiros, o Escritório Paulista de Paisagismo instalou um pergolado de eucalipto travado com cabos de aço, que faz sombra sobre mesa de refeições. Como o conceito arquitetônico gera fundos neutros, a arquitetura de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é complementada pelo verde das plantas e nos detalhes decorativos, como almofadas e pastilhas azuis (Colormix) que revestem a piscina e uma bancada externa de apoio Marcelo Magnani/ Divulgação

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O amarelo foi a cor escolhida para a área de serviços e está no armário com portas vazadas. As paredes levam azulejos brancos 15 cm x 15 cm e a bancada foi executada em concreto e revestida por pastilhas de vidro (à esq.). O piso é o mesmo da cozinha e foi instalado pela construtora, antes da reforma: granito preto São Grabriel Marcelo Magnani/ Divulgação

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O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. A solução veio pela mobília associada aos eletrodomésticos brancos e combinada às pastilha de vidro laranja. O apartamento Alto de Pinheiros foi reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. O piso entregue pela construtora era de granito preto São Grabriel ? o que escureceu ainda mais o ambiente. Uma solução foi adotar eletrodomésticos da linha branca, além de painéis e mesa executados em madeira teca, para aquecer o ambiente para refeições rápidas Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, a jardinagem foi criada pelo Escritório Paulista de Paisagismo. Como o jardim é térreo, era necessário implantar vegetação variada, robusta e fechada, a fim de manter a privacidade da família. A área pode ser usada para churrascos e outros eventos sociais. O piso é de ladrilho hidráulico antiderrapante, o deck e os bancos são de madeira pau d'arco Marcelo Magnani/ Divulgação

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A área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, possui uma saída própria para área comum do condomínio, fechada com porta metálica que não pode ser trocada. Para não destoar do resto do paisagismo implantado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, a solução foi revestir internamente a porta com ripas de madeira (ao fundo) e pendurar alguns vasos Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, com projeto pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, o paisagismo foi criado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, responsável por todos os detalhes da área de piscina ? desde seu formato ameboide até a definição das pedras de rio combinadas com a vegetação fechada. As pedras escondem um sistema de retorno de água para a piscina, como uma saída-fonte que gera queda d'água Marcelo Magnani/ Divulgação

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No home theater do apartamento Alto de Pinheiros, o tapete cinza felpudo (Avanti), além de aquecer o ambiente, tem papel de "absorver" o som, trabalhando em conjunto com as cortinas. O espaço está integrado a um "spa" com banheira de hidromassagem, através de uma porta camarão. A intenção dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é melhor aproveitar, em dias mais frios, o relaxamento por imersão Marcelo Magnani/ Divulgação

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O home theater do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, tem cortinas de veludo pesadas e, à esquerda, uma porta camarão que dá acesso à banheira para uso, especialmente, no inverno. A área social do apartamento dúplex está no piso térreo do apê, que sofreu reforma para a integração máxima, de acordo com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O projeto de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza propõe bases neutras, como o piso em cimento queimado cinza brilhante. Para criar contraste, as cores foram aplicadas aos ambientes nos móveis e objetos de decoração. Muitos desses objetos são peças de coleção do morador, como no caso do móvel chinês "Barc" e da bandeja de fibra com pés metálicos, usada como apoio para a mesa social de jantar. O ambiente integra a área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha goumet, no piso térreo do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, funciona como sala de jantar social. A arquitetura de interiores assinada por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza previu piso de cimento queimado cinza e eletrodomésticos em aço inox para compor um "fundo" neutro, a partir do qual se destacam a bancada de madeira teca, a mesa de resina branca (Dpot), as cadeiras de couro branco e as poltronas estampadas Marcelo Magnani/ Divulgação

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Integrado à cozinha gourmet do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está o living - separado dela apenas por uma coluna estrutural que teve de ser mantida, após a reforma do piso térreo. A coluna é revestida por cimento queimado cinza, neutro e brilhante, assim como o piso. O projeto é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Poltronas de couro da Lafer compõem o home theater, que ainda conta com mesa de apoio lateral Saarinen e um nicho em marcenaria (ao fundo), para organizar os DVDs. O ambiente integra-se à cozinha gourmet e à área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, projetado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, através da porta camarão Marcelo Magnani/ Divulgação

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Uma estante moldada com concreto (Solim) oferece nichos de três tamanhos combinados e sobrepostos, como em um jogo de montar. O móvel guarda sais de banho no "dente" que se encontrava entre o lavabo e a sala de estar. O equipamento, desenvolvido pelos designers Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, confere ar fresco e praiano ao apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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Para não deixar o vão de escadas entre os pavimentos aberto, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza se inspiraram nos cobogós para desenhar os blocos de preenchimento que seriam executados na própria obra, em fôrmas metálicas. A parede funciona como um grande guarda-corpo, que tem como função primordial proteger as crianças, sem preterir da luz natural e da ventilação do ambiente Marcelo Magnani/ Divulgação

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A sala de almoço do piso superior do dúplex está integrada ao estar privativo. A mesa de jantar Saarinen conta com apoio de cadeiras de poliestireno (Montenapoleone). A reforma do apartamento Alto de Pinheiros foi feita pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O lado feminino do banheiro da suíte máster tem bancada para maquiagem, com longo armário espelhado e assento. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve reforma projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro da suíte máster foi dividido, mas o box permanece compartilhado. Marido e mulher têm bancadas e vasos sanitários próprios, para uso exclusivo. Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza aproveitaram o fato de o dúplex estar no primeiro andar para mudar a hidráulica do espaço. A área de banho é grande, foi revestida por pastilhas de vidro verde e recebeu duas duchas. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O lado masculino do banheiro da suíte máster também tem bancada, piso e rodapés em composto de vidro e pó de mármore. O vaso sanitário, assim como metais, são Deca, e, na parede, as pastilhas de vidro Colormix acompanham o mesmo revestimento do box compartilhado com a esposa Marcelo Magnani/ Divulgação

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Painéis de madeira que revestem e aquecem paredes da cozinha e a mesa dobrável para pequenas refeições são executadas em madeira teca. A ideia foi dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, responsáveis pela reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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Tampo de composto de pó de mármore e vidro e armários de MDF com portas de vidro branco (Florense) colaboraram, junto das pastilhas laranja de vidro (Colormix), para "clarear" a cozinha, em princípio o ambiente mais escuro do apartamento Alto de Pinheiros, reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A proprietária do imóvel trabalha em casa e precisava de um home office afastado das brincadeiras das crianças. Para quebrar o branco dos móveis, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza escolheram papel de parede listrado que se associa ao tom berinjela do armário suspenso, para livros Marcelo Magnani/ Divulgação

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A área de serviços fica no pavimento superior do dúplex e tem parede revestida por ladrilho hidráulico decorado (15 cm x 15 cm), além de bancada executada em concreto e pastilhas de vidro amarelas. A ideia dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, era descontrair os espaços através do uso das cores Marcelo Magnani/ Divulgação

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O jardim está na área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O dúplex conta com essa extensão térrea aberta, onde originalmente havia uma banheira de hidromassagem. Os novos moradores preferiram aproveitar a estrutura pré-existente (mureta) para instalar uma piscina para as crianças, já que o novo spa seria interno, instalado entre o lavabo e o home theater Marcelo Magnani/ Divulgação

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De frente para a piscina ajardinada está uma grande pérgola de eucalipto travada por cabos de aço. A ideia do Escritório Paulista de Paisagismo era gerar uma área coberta para descanso, com mesa para refeições. A mesa e os bancos foram garimpados em Embu das Artes (SP) Marcelo Magnani/ Divulgação

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A porta camarão branca em estilo veneziano (à esq.) separa a cozinha gourmet do home theater, na reforma para o apartamento Alto de Pinheiros projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A poltrona Costela (à dir.) é combinada ao baú redondo de fibra (Conceito Firma Casa) no home theater do apartamento Alto de Pinheiros, que tem design de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O piso do lavabo foi executado com um deck de madeira pau d'arco e o aparador de madeira, para apoio da cuba, foi garimpado em Embu das Artes (SP). O lavabo está ligado ao spa, com hidromassagem, no Apartamento Alto de Pinheiros, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Uma parede composta por pedras portuguesas integra visualmente o spa com hidromassagem ao lavado, na área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo. Os ambientes são limitados apenas por uma leve cortina. E entre ela e a parede de pedra está um box, com piso revestido por seixos. O projeto de reforma é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Louças e acessórios da Valvée e o aparador de madeira comprado em Embu das Artes (SP) decoram o lavabo do apartamento Alto de Pinheiros, com design de interiores assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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No living, a mesa-bandeja lateral (à esq.) é metálica (L'oeil) e a "recamier", do acervo do morador, recebeu novo revestimento, com tecido do Armazém Paludetto. A luminária de madeira (também, à esquerda) é do Studio Nada Se Leva. Arquitetura de interiores para reforma do apartamento Alto de Pinheiro foi desenvolvida pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Integrado à cozinha gourmet da área social no apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está um living, ?aquecido? pela parede em tijolinhos de demolição à vista. A mesa de centro em laca branca tem pés metálicos (Dpot), e dialoga com a mesa de jantar. O sofá Decameron é revestido com linho off white e capa de sarja crua. Projeto de arquitetura de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O dormitório infantil com varanda para brincadeira tem piso coberto com deck de madeira removível, para facilitar a limpeza. A cama foi feita em marcenaria, enquanto a mesa lateral azul e o revisteiro são da Tok Stok. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve projeto para reforma assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O dormitório infantil com varanda teve o piso parquet restaurado: o material foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara durante a reforma do apartamento Alto de Pinheiros, capitaneada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. A bancada, o carrinho-gaveteiro e as prateleiras são feitas em marcenaria Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro das crianças tem piso e paredes revestidos por pastilhas de vidro azuis da Colormix. Para aumentar a diversão, foram pintadas listras em uma das paredes "secas", uma a uma, nas cores azul, amarelo e laranja. O projeto de interiores é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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No banheiro das crianças, uma das paredes foi pintada com listras em tons de azul, amarelo e laranja. Uma cuba de resina laranja apoia-se na bancada composta por pó de mármore e vidro. As louças são da Deca, e os metais, Lorenzetti. O projeto de reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A suíte de hóspedes foi decorada com papel de parede listrado (Celina Dias) e mesas laterais de acrílico: a incolor, da Kartell, e a vermelha, do Studio Nada Se Leva. O abajur Kartell também é incolor. A cama já existia, e foi incrementada com almofadas pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O quarto de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros conta com bancada e móvel para TV "reaproveitados". A cadeira desenhada por Harry Bertoia foi comprada na Etna. O projeto de reforma do Apartamento Alto de Pinheiros é assinado por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros teve o piso revestido por pastilhas de vidro roxas da Colormix e paredes e nichos recobertos por unidades da mesma marca (2 cm x 2 cm) na cor lilás. A bancada é de estrutura cristalizada a base de vidro e pó de mármore e o espelho foi garimpado em Embu das Artes (SP). A reforma da residência é assinada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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No quarto de uma das crianças, a cama e a mesinha de apoio lateral são da Tok&Stok. O projeto de interiores para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros foi inteiramente revestido por pastilhas de vidro em tons de roxo e lilás. A reforma da residência é um projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na suíte máster, a parede atrás da cabeceira leva tratamento especial com papel de parede estampado. A marcenaria é composta por peças de madeira em tom vivo. Sobre as mesas laterais, as luminárias são da Clami. O projeto de interiores é assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O piso parquet dos dormitórios, no apartamento Alto de Pinheiros, é anterior à reforma e foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara. Na suíte, a poltrona de encosto baixo (Marché Art de Vie) acompanha a cor do papel de parede usado atrás da cabeceira (foto anterior). No canto da janela, o gaveteiro de madeira faz parte do acervo de móveis do morador, que contratou os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para fazer o projeto de interiores do dúplex Marcelo Magnani/ Divulgação

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A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. A entrada de luz natural não se dá pelas janelas voltadas para a rua, mas por claraboias na cobertura e através de vãos envidraçados junto ao pátio interno (quintal). Da rua, o que se vê são paredes de concreto aparente e uma garagem para dois carros Kai Nakamura/ Divulgação

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O arquiteto Tsuyoshi Ando escolheu o eucalipto para compor detalhes que aquecem os ambientes e a arquitetura externa, marcados pela sobriedade do concreto aparente. A porta de entrada (foto), os pisos e os lances de escadas são feitos de lenho. A Casa TN fica em Tóquio, Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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A fachada da Casa TN causa impacto: toda em concreto aparente, da rua, parece abrigar ambientes enclausurados e escuros. A arquitetura de geometria simples e reta, no entanto, esconde uma residência aconchegante em três pavimentos de uma senhora no andar térreo, mãe do morador que vive com sua esposa nos espaços do primeiro e do segundo andares. Por dentro, todos os ambientes são muito ricos em luz natural Kai Nakamura/ Divulgação

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A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. De fora, o que se vê são apenas paredes de concreto aparente, sem ou com poucas e reduzidas janelas. A arquitetura de linhas retas esconde um triplex que abriga uma senhora no andar térreo, mãe de um morador que vive com sua esposa, nos espaços do primeiro e do segundo andares Kai Nakamura/ Divulgação

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O corredor de entrada se configura como um ambiente especial, que une as duas residências contidas na Casa TN, em Tóquio. Neste triplex, a matrona vive no andar térreo, enquanto o filho ocupa, com sua esposa, os cômodos superiores. O longo corredor lateral foi projetado para ser uma galeria de exposição das gravuras da senhora, distribuídas ao longo de uma enorme parede-empena. Lá de cima, uma claraboia ilumina o espaço com luz natural. O projeto é do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A luz natural que ilumina as gravuras da moradora da Casa TN, em Tóquio, entra por uma extensa claraboia em caixilhos de alumínio. A parede-empena que recebe as gravuras em exibição foi executada em painéis de gesso acartonado. Há espuma de poliuretano (isolante térmico) entre os painéis e a parede externa de fachada, que é de concreto aparente. Projeto do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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Paredes paralelas que formam o corredor de entrada à Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, aproximam-se à medida que alcançam a altura máxima do pé direito, de quase seis metros. Do lado da empena, paredes são de painéis de gesso acartonado. A outra parede é de concreto estrutural aparente e modular, executada em fôrmas de madeira. Ambas não chegam a tocar os limites da altura máxima, que termina numa claraboia de caixilhos de alumínio Kai Nakamura/ Divulgação

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No andar térreo, de um lado, estão expostas as gravuras da matrona residente na Casa TN, do outro, separada por espessa parede estrutural de concreto armado modulado em fôrmas, fica a área social da morada desta senhora com cozinha integrada às salas de jantar e estar. Dos dois lados, o forro expõe irregularidades e a textura do concreto lixado e resinado. Arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A escadaria que vai da galeria de entrada ao primeiro pavimento revela uma arquitetura de lajes de concreto espessas e cartesianamente recortadas, com detalhes de paredes e forros que expõe o material estrutural, em sua forma lixada. A escada recebe palitos de eucalipto tratado, para contrastar com a temperatura fria do concreto e enriquecer o aspecto rústico e natural dos interiores. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão, e foi projetada por Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A dona da casa é desenhista e suas gravuras decoram não só a galeria (corredor) de entrada, mas também seu espaço social integrado, com cozinha, jantar e estar. A convivência está ligada ao quintal da Casa TN, por meio de um sistema de janelas e portas de correr de vidro, cujos trilhos e caixilhos em alumínio estão inseridos no piso (laminado de eucalipto) e no forro de concreto aparente. O forro, que se inclina em direção à área externa, leva rasgos que abrigam lâmpadas fluorescentes Kai Nakamura/ Divulgação

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A mesa de jantar também é estruturada em concreto e se volta para o quintal. Todo o design da Casa TN foi pensado pelo arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes do piso cimentado. O diálogo entre o cimento e a madeira repete a linguagem do ambiente social interno. A arquitetura de Tsuyoshi Ando para a Casa TN propõe rusticidade e simplicidade a partir do emprego do eucalipto e do concreto (ou do cimento) aparente. No quintal, fica explícito o desnível em relação ao térreo: na verdade, é a mesa de jantar que está na mesma cota do jardim Kai Nakamura/ Divulgação

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O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes feitos no piso cimentado. Do quintal, também fica explícito o desnível em relação ao piso térreo (enterrado): na verdade, é a mesa de jantar (fixa, em concreto armado) que está na mesma cota do jardim. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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As persianas Silent Gliss podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado, em fibra metalizada (alumínio) reflexiva. As persinadas foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando para área social intergrada da Casa TN Kai Nakamura/ Divulgação

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As persianas Silent Gliss (à dir.), de uma fabricante japonesa, são fabricadas sob encomenda e podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado e protege a cozinha do andar térreo da Casa TN da incidência direta do sol, cobrindo portas de correr de vidro voltadas para um lance de escadas para o jardim, em nível mais elevado que o próprio piso da convivência interna. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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Atrás da cozinha, no andar térreo, esconde-se o dormitório da moradora mais velha da Casa TN. No espaço reservado, a pintura branca sobre painéis de gesso acartonado (forro e paredes internas) compensa a inexistência de grandes aberturas (janelas). Do lado de fora do quarto, o concreto aparente se repete. O piso, em eucalipto, é o mesmo da área social integrada Kai Nakamura/ Divulgação

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O banheiro do andar térreo da Casa TN fica em um "dente" entre sua galeria de entrada (corredor) e o bloco formado por dormitório e área social integrada com cozinha. O piso leva porcelanato preto e branco assentado de forma alternada e na diagonal, o que quebra a brancura das paredes e do forro, em painéis de gesso acartonado e com pintura mineral resistente à umidade. A banheira é a Classic Duo, com design de Ettore Sottsass, e as louças são da Catalano. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A circulação vertical, desde a galeria de entrada até o segundo andar (terceiro pavimento) se dá por lances de escadas. A partir do primeiro andar, o guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Escada de circulação entre pavimentos da Casa TN. Seus degraus, assim, como o piso, são revestidos por eucalipto, madeira que aquece os interiores, principalmente onde paredes estruturais exibem o concreto rústico, moldado com fôrmas de madeira. O projeto é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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No primeiro andar, o hall de escadas para circulação entre os três pavimentos da Casa TN dá acesso a duas entradas para a segunda área social integrada da residência, de uso exclusivo do casal. À esquerda, está o living, e pela direita, através de um corredor com estantes para livros, chega-se à cozinha Kai Nakamura/ Divulgação

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Na área de convivência integrada do primeiro andar da Casa TN, há uma mesa de jantar que delimita o living e a cozinha, aos fundos. O fechamento lateral em vidro (à esq.) é protegido por um sistema deslizante de persianas (trilhos) da Silent Gliss. Automatizadas ou operadas manualmente, elas são de fibra metalizada (alumínio) reflexiva e foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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O hall de circulação vertical tem pé direito duplo. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. Abaixo está a sala de estar com TV. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Uma porta de vidro encaixilhada em alumínio separa o hall do living integrado, no primeiro andar. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Um pequeno corredor, no primeiro andar, que leva do hall à cozinha foi aproveitado para a instalação de prateleiras. Esses nichos são o único lugar da casa onde ficam expostos livros e pequenos objetos de decoração do casal. Na Casa TN, a limpeza da combinação rústica da madeira dos pisos com o concreto aparente das paredes estruturais é que deve se destacar, além de algumas gravuras, desenhadas por uma das moradoras da residência Kai Nakamura/ Divulgação

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O hall de circulação vertical tem pé direito duplo, a partir do primeiro andar. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico para a CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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No quarto do casal, as persianas são da linha Silhouete (Hunter Douglas), com tecido que permite a entrada de luz filtrada e suave, de forma que a cama pudesse ser posicionada de frente para o vão de abertura (janelas em caixilhos de alumínio). As paredes em painéis de gesso acartonado estão isoladas térmica e acusticamente por uma camada interna de espuma de poliuretano, o que aumenta a privacidade do ambiente. Seu piso em carpete aquece o espaço íntimo Kai Nakamura/ Divulgação

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O banheiro do casal é completamente revestido por pastilhas de porcelana com diâmetro de 19 mm. As louças são da Catalano e arquitetura é assinada pelo japonês Tsuyoshi Ando. A Casa TN fica em Tóquio Kai Nakamura/ Divulgação

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O banheiro do casal é completamente revestido por pastilhas de porcelana com diâmetro de 19 mm. O forro leva pintura mineral resistente à umidade. A banheira é a Classic Duo, com design do austríaco Ettore Sottsass, e as louças são da Catalano. Arquitetura é assinada pelo japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A imponência do estilo neoclássico predomina na fachada da casa do meio-campista da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP). O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Arte UOL

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Os ambientes da casa em Americana (SP) se distribuem em dois pavimentos. No superior estão as suítes. No térreo, integrados à área de lazer, estão os espaços sociais. O projeto de arquitetura da casa, que pertence ao jogador da seleção brasileira Oscar, é de Aquiles Kílaris Arte UOL

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Os ambientes da casa em Americana (SP) se distribuem em dois pavimentos. No superior estão as suítes. No térreo, integrados à área de lazer, estão os espaços sociais. O projeto de arquitetura da casa, que pertence ao jogador da seleção brasileira Oscar, é de Aquiles Kílaris Arte UOL

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Para a suíte dedicada ao jogador do Chelsea e a sua jovem esposa, o projeto de interiores de Iara Kílaris buscou privilegiar uma atmosfera acolhedora. A inspiração na estética da realeza levou à escolha da luminária de cristal, do papel de parede e da roupa de cama suntuosa. A casa em Americana (SP) foi projetada por Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Madeira wenge e tecidos encorpados foram utilizados na decoração do home theater, na casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar. Além do sofá reclinável, o ambiente conta, ainda, com um painel ilustrado com a imagem da Tower Bridge, de Londres, cidade onde Oscar e sua esposa vivem. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores, além do paisagismo, têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Madeira wenge e tecidos mais encorpados foram utilizados na decoração do home theater, na casa de veraneio do do jogador da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP). A sala tem predomínio de cores claras e a ambientação é aconchegante. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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A casa de veraneio do meio-campista Oscar em Americana (SP) privilegia as áreas de lazer, onde se destacam a ampla piscina de formas orgânicas e o espaço gourmet, sob a laje de concreto. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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A casa de veraneio do meio-campista Oscar em Americana (SP) privilegia as áreas de lazer, onde se destacam a ampla piscina de formas orgânicas e o espaço gourmet, sob a laje de concreto. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Churrasqueira e forno de pizza são alguns dos elementos que compõem a ampla área de lazer da casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar. A construção de 672 m² foi projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar, todo o mobiliário externo foi pensado para atender as necessidades do jovem casal, que costuma receber amigos e familiares. Mesas e cadeiras, por exemplo, são de fibra sintética e podem ficar expostas ao sol e à chuva. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris e a arquitetura foi projetada por Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Dois gazebos instalados no jardim proporcionam um espaço dedicado ao relaxamento e à contemplação em meio às palmeiras. O projeto de arquitetura da casa de veraneio do jogador Oscar, em Americana (SP), é de Aquiles Kílaris. Já o design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa do jogador Oscar, em Americana (SP), os pufes de fibra laranja foram acrescentados à ambientação da área de lazer para conferir um efeito lúdico. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa do jogador Oscar, em Americana (SP), os pufes de fibra laranja foram acrescentados à ambientação da área de lazer para conferir um efeito lúdico. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris, em Americana (SP), as varandas fazem a intermediação entre os ambientes internos e o jardim. Na área externa, foi utilizado piso cerâmico antiderrapante para evitar acidentes. Já ao redor da piscina foi empregado piso atérmico, que não absorve calor quando exposto ao sol intenso. A casa de 672 m² pertence ao meio-campista da seleção brasileira e do Chelsea, Oscar Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris, em Americana (SP), as varandas fazem a intermediação entre os ambientes internos e o jardim. Na área externa, foi utilizado piso cerâmico antiderrapante para evitar acidentes. Já ao redor da piscina foi empregado piso atérmico, que não absorve calor quando exposto ao sol. A casa de 672 m² pertence ao meio-campista da seleção brasileira e do Chelsea, Oscar Leandro Farchi/ Divulgação

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Logo na entrada da casa do jogador Oscar, em Americana (SP), o pé-direito duplo e os lustres de cristal demonstram a imponência do projeto. Para atender aos jovens moradores, a designer de interiores Iara Kílaris desenhou dois livings, um mais convencional e outro composto por poltronas Egg estampadas, dispostas formando um círculo. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Uma paleta de cor neutra predomina na casa do meio-campista Oscar, em Americana (SP), com o complemento de elementos coloridos e estampados. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores é de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa de dois andares concebida pelo arquiteto Aquiles Kílaris para o jogador de futebol Oscar e sua esposa, as palmeiras foram amplamente utilizadas no paisagismo e também estão presentes no living. A decoração e os jardins foram projetados pela designer de interiores Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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A escada monumental é um elemento constante nos projetos do arquiteto Aquiles Kílaris. Na casa especialmente criada para o jogador da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), não foi diferente. Da escadaria curva é estruturada em mármore e metal e dela é possível visualizar toda a área de lazer, através das vidraças Leandro Farchi/ Divulgação

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Na sala de jantar da casa do jogador de futebol da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), o lustre de cristal esférico foi combinado à ambientação em tons claros e neutros, na qual chama atenção a parede com textura ondulada e ladeada por espelhos. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores tem a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na casa de veraneio do meio-campista da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), os ambientes sociais são integrados e dão acesso ao jardim externo. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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Na sala de almoço da casa do jogador Oscar, em Americana (SP), sobre a mesa de laca branca há um lustre de formas orgânicas. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores tem a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ Divulgação

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O desenho feito pelo arquiteto paraguaio Javier Córvalan nos ajuda a compreender a estrutura da casa Hamaca. No croqui, as estruturas diagonais que apoiam a cobertura e são sustentadas pelas vigas no solo Javier Córvalan/ Divulgação

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O desenho feito pelo arquiteto paraguaio Javier Córvalan nos ajuda a compreender a estrutura da casa Hamaca. No croqui, as estruturas diagonais que apoiam a cobertura e são sustentadas pelas vigas no solo Javier Córvalan/ Divulgação

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O projeto de arquitetura é de Javier Covalán para a casa Hamaca é simples: à direita está a varanda e, à esquerda, as poucas dependências internas: sala, cozinha, banheiro, quarto e escritório Arte UOL

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A mistura de materiais em estado bruto imprime certa rusticidade rural à casa Hamaca. Os pisos reaproveitam pedras e cerâmicos; paredes são de tijolinhos à vista ou elementos vazados e os objetos de decoração - a mesa de xadrez, no mínimo tão antiga quanto a bicicleta ergométrica, dão toque especial à varanda coberta. Esta reproduz um "quincho", ambiente típico do Paraguai para fazer "asados", ou seja, churrasco. A arquitetura é de Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOL

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A rede que sustenta a cobertura metálica, disposta sobre a casa Hamaca, é "tramada" com barras de aço com 10 mm de diâmetro. Ela fica "esticada" por quatro pilares metálicos inclinados, como cavaletes, que tiram das paredes o peso da carga do telhado. O nome Hamaca vem do espanhol, significa "rede" e se refere ao sistema de cobertura que, inclinado, acompanha o ritmo da arquitetura projetada por Javier Corvalán, para a residência de seu sogro, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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A varanda com churrasqueira e amplo espaço coberto de convivência recebeu paredes laterais inclinadas que protegem a área da incidência direta de sol e de chuva, mas, para evitar a perda completa de luz e vento cruzado, optou-se por elementos vazados cerâmicos. A solução colaborou também para que a integração com o jardim da casa Hamaca fosse mantida, possibilitando, inclusive, que plantas invadissem os espaços. O projeto de arquitetura foi desenvolvido por Javier Corvalán, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Para reforçar a proteção da varanda em dias de chuva, uma semicobertura de vidro pende, em inclinação, no mesmo ângulo das paredes, impedindo a entrada de água na Casa Hamaca, projetada pelo arquiteto Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOL

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Nos fundos e na frente do volume principal, portas de vidro permitem abertura total da casa Hamaca, muito bem ventilada e iluminada. Na fachada posterior, onde a estrutura de apoio para a caixa de alvenaria se eleva, o caminho é aberto não só para a passagem de luz e vento, mas também para a circulação entre a varanda e o jardim dos fundos. O projeto de arquitetura foi desenvolvido por Javier Corvalán, para a casa de seu sogro, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Internamente, foi a alvenaria de tijolinhos cerâmicos à vista que ganhou assentamento inclinado, apontando para o ângulo de inclinação da "caixa" que compõe o volume principal da casa Hamaca. Esta caixa abriga todas as funções de uso íntimo: sala, cozinha, banho, escritório e dormitório e, na extensão dos espaços internos, apoia-se sobre uma viga reta de concreto armado, rente ao piso, como num rodapé que também é fundação. A arquitetura é de Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOL

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Na residência que projetou para seu sogro, o arquiteto Javier Corvalán introduz elementos da cultura paraguaia - como a churrasqueira e o ambiente de convívio rural - e materiais reaproveitados de outras obras: barras de ferro, blocos vazados, tijolos, pisos, vidros e pedras brutas. O resultado é original e muito aconchegante. Apesar de ter "cara" de casa de campo, a Hamaca House fica em Luque, nos arredores de Assunção Leonardo Finotti/ UOL

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Do lado oposto à cozinha, o módulo multifuncional que subdivide espaços internos da casa Hamaca tem nicho - em alvenaria simples - para acomodar a cabeceira da cama. O corredor entre o quarto e a sala acomoda estantes com livros do escritor, que é sogro do arquiteto projetista da residência, Javier Corvalán. De frente para os livros, um guarda-roupa. Em alvenaria, o móvel é um dos nichos que compõem o módulo central. Ao fundo, voltado para o jardim, o escritório Leonardo Finotti/ UOL

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A inclinação estrutural da casa Hamaca tem a finalidade de produzir um esquema de circulação livre entre fundos e frente da residência, desde a varanda, passando por estar, dormitório e escritório. O projeto de arquitetura é de Javier Covalán Leonardo Finotti/ UOL

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Um dos volumes inclinados, feito de alvenaria de tijolinhos cerâmicos, abriga todas as funções sociais da casa Hamaca: cozinha, banho, sala e dormitório. Já as paredes laterais da varanda são compostas por blocos cerâmicos vazados, sem função estrutural. Esses dois sistemas repousam sobre uma base de concreto armado (vigas), a estrutura da casa, no entanto, é mista, porque a cobertura tem seu peso distribuído entre quatro colunas inclinadas. A proposta é do arquiteto Javier Corvalán, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Nos fundos da casa Hamaca, no Paraguai, a viga reta em concreto armado que acompanha o nível do piso para apoio das paredes inclina-se, suspendendo o volume que compõe a arquitetura desenhada pelo arquiteto Javier Corvalán. A obra utilizou materiais reaproveitados e foi construída com liberdade, confiada por seu sogro, dono da propriedade. A ideia era ser original, gastando quase nada Leonardo Finotti/ UOL

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Um volume interno em alvenaria separa as funções da casa Hamaca, em Luque, no Paraguai. Com desenho de Javier Corvalán, esse módulo multifuncional abriga, de um lado, a cozinha (foto) - com tampo de apoio para cuba, prateleiras e nichos para equipamentos, bem como instalações hidráulica e elétrica. Atrás da cozinha estão guarda-roupas (voltado para o dormitório) e banheiro Leonardo Finotti/ UOL

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A sala de estar separa-se da varanda por folhas de vidro. A decoração, em tons de bege, marrom, e móveis de demolição, acompanha a linguagem arquitetônica de reaproveitamento de materiais de construção. Até a cerâmica do piso é reaproveitada. Sob a chapa metálica inteiriça que faz a cobertura, foi previsto um forro de folha de madeira, que também está apoiado na rede de finas barras de aço. A casa Hamaca foi projetada por Javier Corvalán, para morada de seu sogro, um escritor paraguaio Leonardo Finotti/ UOL

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As paredes laterais de blocos vazados, que fecham parcialmente a varanda, são apoiadas em bases de concreto armado, também inclinadas. Na residência que projetou para seu sogro, o arquiteto Javier Corvalán introduziu elementos da cultura paraguaia, preparando a área externa de convívio para "parrilladas", o churrasco típico da região paraguaia. A Casa Hamaca fica em Luque, nos arredores da capital Assunção Leonardo Finotti/ UOL

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A casa Hamaca é um volume inclinado estruturado por uma grande caixa, que abriga todas as funções internas: quarto, estar, escritório, estar, cozinha e banho. Na extensão externa, com inclinação contrária à da casa, está a churrasqueira e o ambiente de convívio. O nome Hamaca vem do espanhol, significa "rede" e se refere ao sistema de cobertura, em chapa metálica inteiriça sobre um tramado de barras de aço. A arquitetura é de Javier Corvalán, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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O living, com dimensões bem reduzidas, foi inteiramente revestido por cimento queimado com aparência de concreto, a fim de criar uma base neutra para a decoração. O sofá em "L", da Gallery, ganhou tecido cinza em contraste com o tapete roxo, da Phenicia Concept. Destaque para o quadro com foto feita por Adriana Duque, da Galeria Zipper, e para a cadeira de papelão desenhada por Frank Gehry, para a Vitra, disponível na Micasa. O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O mix equilibrado de cores deu vida ao estar, que ganhou conforto com o sofá em "L", da Gallery. Para incrementar a decoração, as mesas de aço inox polido, da Érea - que refletem o quadro da fotógrafa colombiana Adriana Duque -, foram combinadas à mesinha lateral Wave e à luminária de piso Marset Scantling, da On Light (à dir.). O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O traçado em linhas curvas da cadeira Wiggle, desenhada pelo arquiteto Frank Gehry e executada em papelão pela Vitra, dá um ar vanguardista ao Loft Vila Leopoldina, que tem projeto de reforma assinado pelo arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Após a reforma, a integração dos espaços favoreceu a circulação e tornou a rotina mais prática no Loft Vila Leopoldina, que tem projeto assinado pelo arquiteto Diego Revollo. Cozinha, jantar e estar se unem completamente compondo um living estendido, charmoso e atual. Cores vibrantes - como o roxo do tapete, o amarelo da mesa e o vinho dos armários da cozinha - pontuam a decoração com leveza Alain Brugier/ Divulgação

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Apesar da área reduzida, a disposição dos móveis junto às paredes facilitou a circulação pelo living. O sofá em "L" é seguido pela mesa que apoia a luminária de papel reciclado Trash Me, do designer Victor Vetterlein (em primeiro plano). O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Com desenho original de Victor Vetterlein, a luminária Trash Me é de papel reciclado e está à venda na On Light (www.onlight.com.br). | Consulte o fornecedor para outras informações Alain Brugier/ Divulgação

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Ocupando toda a extensão de uma das paredes do living, as janelas garantem a entrada de luz natural para os espaços sociais do loft Vila Leopoldina, favorecendo estar, jantar e parte da cozinha. No teto, o trilho com spots e pendentes, da Bertolucci, corre em duas direções: sobre a mesa de jantar e no centro do estar. O projeto de reforma leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Desenhada pelo arquiteto Diego Revollo, que também assina o projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, a mesa de jantar é estruturada por uma superfície de quartzo amarela. O móvel se prolonga formando uma prática bancada para a cozinha. Os armários planejados, na cor vinho, foram executados pela Florense e embutem os eletrodomésticos Alain Brugier/ Divulgação

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A cozinha apresenta atmosfera vibrante graças às tonalidades escolhidas: vinho para os armários executados pela Florense e amarelo para a bancada com cooktop que se prolonga e forma a mesa de jantar. O Loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma assinado pelo arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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A divisão entre o banheiro e o quarto do proprietário se dá pelo closet e por uma porta de correr em vidro, instalada entre o armário e a parede. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O mesmo cimento queimado que reveste os ambientes sociais aparece no banheiro, que tem ainda armário preto, bancada e prateleiras em laca cinza e cuba de acrílico. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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A suíte do proprietário oferece todo o conforto, incluindo a presença da banheira dentro do quarto, um desejo do jovem ator dono do apê, que resultou numa atmosfera de spa. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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A cama box ganhou cabeceira e mesinhas laterais em laca cinza claro para o apoio de vários objetos, como a consagrada luminária Tizio (à esq.), desenhada por Richard Sapper para a Artemide, e o abajur Cosy Grey, assinado por Harri Koshinen para a Muuto. Destaque para o quadro com a imagem da escadaria do Vaticano, do fotógrafo Marcelo Penna, encontrada na Galeria Mônica Filgueiras. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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A banheira revestida em limestone recebeu fechamento em vidro na parte superior e foi estrategicamente colocada junto à janela, de modo que o proprietário pudesse apreciar a paisagem da cidade durante o banho. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Tudo integrado: banheiro, closet e dormitório não possuem paredes divisórias. Na decoração destaque para a manta roxa, da Empório Beraldin, e para a cadeira Laguna, em metal, do acervo pessoal do morador. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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A banheira revestida em limestone recebeu fechamento em vidro na parte superior e foi estrategicamente colocada junto à janela, de modo que o proprietário pudesse apreciar a paisagem da cidade durante o banho. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Para delimitar o espaço entre o quarto e o living, o arquiteto Diego Revollo, responsável pelo projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, criou uma solução original: instalou um painel ladeado por cortinas de linhão, da Regatta, no tom vinho escuro, dando um ar teatral ao conjunto Alain Brugier/ Divulgação

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Para delimitar o espaço entre o quarto e o living, o arquiteto Diego Revollo, responsável pelo projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, criou uma solução original: instalou um painel ladeado por cortinas de linhão, da Regatta, no tom vinho escuro, dando um ar teatral ao conjunto Alain Brugier/ Divulgação

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O painel que faz a divisão dos ambientes sustenta TVs em ambos os lados. Nas laterais, as cortinas fecham e dão privacidade aos espaços (quarto e sala). O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O home theater ficou confortável com o apoio de vários elementos: a mesinha de tauari (à dir.), desenhada pelo arquiteto Diego Revollo e executada pela Marcenaria Freire's; a banqueta com assento em pele de carneiro, da Conceito Firma Casa, e a cadeira Paulistano, desenhada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, disponível na Dpot. Na sala de jantar, à esquerda, as cadeiras são de Charles Eames para a Artesian. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura de Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Em primeiro plano, o espaço do home theater, com a cadeira Paulistano, criada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Com as cortinas abertas é possível ver o dormitório do proprietário. A mesinha de tauari (à dir.) serve para guardar CDs, DVDs e equipamentos de vídeo e áudio. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O home theater ficou confortável com o apoio de vários elementos: a mesinha de tauari (à dir.), desenhada pelo arquiteto Diego Revollo e executada pela Marcenaria Freire's; a banqueta com assento em pele de carneiro, da Conceito Firma Casa, e a cadeira Paulistano, desenhada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, disponível na Dpot. Na sala de jantar, à esquerda, as cadeiras são de Charles Eames para a Artesian. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura de Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O estúdio onde o proprietário grava dublagens possui acústica perfeita dado o revestimento de madeira tauari nas paredes, piso e teto. O ambiente - que serve como escritório - conta com uma cadeira One, do designer alemão Konstantin Grcic, produzida pela Magis, e uma luminária da Tok&Stok. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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O estúdio onde o proprietário grava dublagens possui acústica perfeita dado o revestimento de madeira tauari nas paredes, piso e teto. O ambiente - que serve como escritório - conta com uma cadeira One, do designer alemão Konstantin Grcic, produzida pela Magis, e uma luminária da Tok&Stok. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ Divulgação

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Com telhado cônico e janelas esféricas, a casa em metal é uma das 12 das construções conhecidas como DDUs - Dymaxion Deployment Units (em tradução livre, Unidades de Preparação de Tropas Dymaxion), situadas em Wall Township, Nova Jersey (EUA) Randy Harris/The New York Times

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Uma das casas em metal conhecidas como DDUs - Dymaxion Deployment Units (em tradução livre, Unidades de Preparação de Tropas Dymaxion) Randy Harris/The New York Times

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No detalhe, uma das janelas esféricas, que se assemelham a um olho, de uma das casas estruturadas em metal Randy Harris/The New York Times

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Com estrutura em metal, telhado cônico e janelas esféricas, a casa é uma das construções projetadas nos anos 1940 para uso militar Randy Harris/The New York Times

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No detalhe, o telhado cônico de uma das casas estruturadas em metal e conhecidas como DDUs Randy Harris/The New York Times

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A artista plástica Patricia Arroyo transformou a casa em metal, fabricada nos anos 1940 para uso militar, em um estúdio de arte Randy Harris/The New York Times

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Locada pela artista plástica Patricia Arroyo, a casa em metal, com telhado cônico, é uma das construções conhecidas como DDUs que foram fabricadas nos anos 1940 e distribuídas por bases militares do mundo todo Randy Harris/The New York Times

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Com janelas esféricas, a casa estruturada em metal é uma das construções projetadas nos anos 1940 para uso militar e atualmente situadas em Camp Evans, uma base do exército americano em Wall Township, Nova Jersey (EUA) Randy Harris/The New York Times

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casa vila taguai sp cristina xavier e hélio Olga Arte UOL

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O terraço, no pavimento inferior, é totalmente aberto para o exterior. Nesse piso é possível ver os pilotis (colunas) de concreto que sustentam a casa. No forro foi usada a madeira cumaru; as vigas estruturais são de jatobá. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Deste ângulo, é possível observar a integração total do terraço com a natureza. A madeira aquece visualmente o espaço e quebra a rigidez do concreto usado no piso e nas colunas. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Painéis de cumaru com função estrutural aparecem em todos os ambientes, inclusive no canto da sala de jantar, formando um L. O espaço tem fachadas de vidro com aberturas protegidas por barras de ferro. O projeto da Casa Vila Taguaí, situada em Carapicuíba (SP), é assinado pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Jardins de uso comum com caminhos de pedras separam as casas da Vila Taguaí, todas projetadas dentro do mesmo conceito pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. Do beiral da cobertura pende o tubo de captação da água pluvial, reutilizada na irrigação dos jardins Leonardo Finotti/UOL

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A madeira cumaru, que forma toda a estrutura da casa, também compõe a decoração do living. O material está em bancadas, bufês, estantes e aparadores. Localizada em Carapicuíba (SP), a Casa Vila Taguaí foi projetada pelos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Totalmente aberta para o living, a cozinha da Casa Vila Taguaí é prática, com prateleiras para utensílios e mesa para pequenas refeições. O projeto tem a assinatura da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Na ala íntima, um pequeno hall abriga a cuba do banheiro e serve também como lavabo. Desse espaço é possível visualizar o vão da escada. O projeto da Casa Vila Taguaí, situada em Carapicuíba (SP), é dos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Os painéis de cumaru formam a estrutura da casa e ditam a decoração dos ambientes. Sem nenhum tratamento, a madeira combina com qualquer material, inclusive com o laminado branco do armário do dormitório do casal. O projeto da Casa Vila Taguaí é de autoria dos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Com atmosfera acolhedora, o dormitório do casal está próximo à saleta íntima e ao hall do pavimento superior. O projeto da Casa Vila Taguaí é da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Apoiada sobre colunas de concreto e construída com madeira cumaru, a Casa Vila Taguaí, projetada por Cristina Xavier e Hélio Olga, tem os ambientes sociais na altura das copas das árvores Leonardo Finotti/UOL

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Vista das casas da Vila Taguaí, projetadas pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. O terreno, com acentuada declividade, teve a vegetação preservada. O condomínio fica em Carapicuíba (SP) Leonardo Finotti/UOL

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Vista das casas da Vila Taguaí, projetadas pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. O terreno, com acentuada declividade, teve a vegetação preservada. O condomínio fica em Carapicuíba (SP) Leonardo Finotti/UOL

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O living da Casa Vila Taguaí, projetada pelos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga, explora a beleza do cumaru em seu aspecto natural, sem qualquer tratamento, compondo paredes, piso e laje. Integrados, os ambientes de estar e jantar desfrutam da vista da Mata Atlântica através das fachadas de vidro. Na decoração, destaque para a cadeira de balanço, herança de família, e os quadros na sala de jantar, de autoria do arquiteto João Xavier Leonardo Finotti/UOL

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Uma pequena passarela de acesso liga a casa ao terreno no nível do ambiente de estar, e é a entrada principal da construção. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), tem assinatura da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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A vista lateral mostra como o uso da madeira proporcionou nobreza ao projeto simples, adequado à sua localizada em meio à mata. O projeto da Casa Vila Taguaí é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier com o engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOL

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Desenho da casa MiniMod, estruturada em um contêiner e desenvolvida pelo escritório MAPA. A residência móvel é composta por quarto, cozinha com mesa de refeições e banheiro Arte UOL

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Planta do MiniMod mostra o telhado verde que favorece o controle térmico da casa-contêiner Arte UOL

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Desenho da casa MiniMod, estruturada em um contêiner e desenvolvida pelo escritório MAPA. A residência móvel é composta por quarto, cozinha com mesa de refeições e banheiro. No telhado, a cobertura vegetal sobre o estrado de madeira Arte UOL

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Ideal para um final de semana ou feriado prolongado, a casa MiniMod, uma criação do escritório MAPA, possui o essencial: dormitório, mesa de refeições, cozinha e banheiro Leonardo Finotti/UOL

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A cozinha, com mesa de refeições, tem espaço suficiente para o preparo de pratos rápidos e lanches Leonardo Finotti/UOL

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Com área compacta, o banheiro é prático, dotado das instalações necessárias para o bom funcionamento e possui o mesmo revestimento em madeira do restante do módulo Leonardo Finotti/UOL

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Para alcançar um efeito estético marcante na casa MiniMod, os arquitetos do escritório MAPA criaram perfurações circulares na fachada que, futuramente, serão substituídas por intervenções artísticas Leonardo Finotti/UOL

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Com fechamento em vidro nas extremidades, a casa MiniMod, criada pelo escritório MAPA, está integrada com a natureza e ainda possui um pequeno deck de madeira na entrada, servindo de varanda Leonardo Finotti/UOL

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Projetada pelo escritório MAPA, a casa MiniMod está instalada numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOL

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Em meio ao campo, sem qualquer barreira física, a casa MiniMod, assinada pelo escritório MAPA, se insere numa fazenda em Maquiné (RS), voltada à criação de ovelhas Leonardo Finotti/UOL

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A fachada do MiniMod, projetado pelo escritório MAPA, é marcada pela porta de correr em vidro e um portão basculante que funciona como marquise na entrada da casa. Perfurações em círculo têm efeito estético original Leonardo Finotti/UOL

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A integração do interior com o exterior acontece naturalmente na casa MiniMod, projetada pelo escritório MAPA Leonardo Finotti/UOL

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Criada pelo escritório MAPA, a casa transportável MiniMod possui um telhado verde. A cobertura vegetal sobre o estrado de madeira favorece o controle térmico e ainda absorve a água da chuva Leonardo Finotti/UOL

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Desenvolvido pelo escritório MAPA, o protótipo do MiniMod está instalado numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOL

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Desenvolvido pelo escritório MAPA, o MiniMod é uma casa estruturada em um contêiner. Escolhido o local de instalação, a residência móvel é içada por guindaste e transportada por caminhão Leonardo Finotti/UOL

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A casa MiniMod, projetada pelo escritório MAPA, é pré-fabricada e pode ser levada a qualquer local como sítios, pousadas e casas de praia. O protótipo da residência móvel está instalado numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOL

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Desenvolvido pelo escritório MAPA, o MiniMod é uma casa estruturada em um contêiner. Escolhido o local de instalação, a residência móvel é içada por guindaste e transportada por caminhão Leonardo Finotti/UOL

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Desenho do pavimento térreo da Casa Planalto, projetada em "L" pelo arquiteto Flavio Castro. Nesse bloco, maior e transversal à rua, estão integrados em uma área de convívio social as salas de estar, home theater, jantar, cozinha e serviços Arte UOL

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No bloco superior, ficaram os três dormitórios para casal com dois filhos. Localizada em São Paulo, a Casa Planalto tem o projeto assinado pelo arquiteto Flavio Castro Arte UOL

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Desenho da cobertura da Casa Planalto, projetada em "L" pelo arquiteto Flavio Castro. Nessa área, está o jardim seco, definido também como solário (terraço reservado para os banhos de sol) Arte UOL

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Uma novidade exibida durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) foi a Ultraled A60, com bulbo arredondado semelhante ao de uma lâmpada incandescente Divulgação

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Esculturais, as luminárias Wood da Bronzearte (www.bronzearte.com.br) são produzidas a partir de chapas de acrílico que reproduzem padrões amadeirados Junior Lago/UOL

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Com altura ajustável, os pendentes Diamond são produzidos em cristal e utilizam LEDs para iluminar. O produto foi apresentado pela Bronzearte (www.bronzearte.com.br) durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOL

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A Brilia (www.brilia.com.br) levou para a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) produtos em LED de diferentes formatos Divulgação

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O refletor Fit da linha Ultraled é indicado tanto para iluminação interna como externa. Apresentado pela Golden (www.lampadasgolden.com.br) durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação), o produto é fabricado em três potências (10, 30 e 50 watts) Divulgação

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Redondo e com refletor metalizado, o embutido Baby conta com difusor em vidro mini boreal curvo. Indicado para uso com lâmpadas halógenas bipino, o produto foi apresentado pela Bonin (www.bonin.com.br) durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOL

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A linha de embutidos Colors foi outra novidade apresentada pela Bonin (www.bonin.com.br) na 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação). Oferecida em sete opções de cores, a luminária quadrada pode receber lâmpada compacta eletrônica Junior Lago/UOL

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Com tecnologia LED e oferecida nas cores branca e amarela, a lâmpada PAR Cob da Avant (www.avant.com.br) é indicada para iluminação de destaque Divulgação

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Aço, cromo, vidro opalino e vidro furta-cor são as matérias-primas utilizadas na confecção desse pendente apresentado pela Eglo (www.eglo.com) na 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação), em São Paulo Junior Lago/UOL

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Na 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação), foram expostos lustres com formas clássicas e excêntricas. No evento, os visitantes puderam conferir peças como esse pendente em cristal da Old Artisan (www.oldartisan.com.br) Junior Lago/UOL

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Indicada para uso geral em residências, a Ballon é uma lâmpada LED com 13 watts de potência e durabilidade estimada em 25 mil horas. O produto da Stellatech (www.stellatech.com.br) esteve em exposição durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOL

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Produzida à mão em cerâmica, a luminária Juá pode ser encontrada em diferentes cores e texturas, da Geo Luz e Cerâmica (www.geoceramica.com.br). | Consulte o fornecedor para outras informações Junior Lago/UOL

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Indicado para ambientes internos, como salas e cozinhas, o pendente Martini foi um dos destaques da Dimlux (www.dimlux.com.br) na 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação). Em alumínio, a peça pode receber pintura eletrostática em diferentes cores Junior Lago/UOL

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Linha de luminárias para uso interno, desenvolvida pela Dimlux (www.dimlux.com.br), composta por lâmpadas de filamento com diferentes formatos e potências e por pendentes produzidos em materiais e cores variadas. | Consulte o fornecedor para outras informações Junior Lago/UOL

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A série de luminárias Arabescos foi um dos destaques que a Accord Iluminação (www.accordiluminacao.com.br) apresentou na 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação), em cartaz de 22 a 26 de abril de 2014, em São Paulo Junior Lago/UOL

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Pendente em acrílico pintado da Accord Iluminação (www.accordiluminacao.com.br). | Consulte o fornecedor para outras informações Junior Lago/UOL

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Para quem busca um visual mais impactante, a Helizart (www.helizart.com.br) desenvolveu a luminária Meia Bola que utiliza fios acobreados e cristal translúcido Junior Lago/UOL

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Outra luminária projetada para uso de lâmpadas halógenas ou LEDs é a Ninho, da Helizart (www.helizart.com.br). Com 1,10 m de diâmetro, a peça é elaborada com fios de aço inox e quadradinhos de cristal murano Junior Lago/UOL

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Durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) foram expostos vários modelos de lâmpadas tubulares de LED. Um dos destaques desse tipo de produto é o Sinso Tubled, da Sinso Technology (www.brasil.sinsotec.com) Junior Lago/UOL

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Indicada para iluminação geral, a linha LED Pera High Power é composta por dois modelos. Um que emite luz branca ou amarela e outro com emissão de luz multicolorida Junior Lago/UOL

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As arandelas em alumínio com pintura eletrostática e LED integrado na versão floresta, da Interlight (www.interlight.com.br), indicada para uso interno. | Consulte o fornecedor para outras informações Junior Lago/UOL

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As arandelas em alumínio com pintura eletrostática e LED integrado no padrão bolhas, da Interlight (www.interlight.com.br), indicada para uso interno. | Consulte o fornecedor para outras informações Junior Lago/UOL

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Luminárias subaquáticas com LEDs para piscinas também foram apresentadas pela Interlight (www.interlight.com.br) durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) promovida em São Paulo de 22 a 26 de abril de 2014. Os produtos têm 8 watts de potência Junior Lago/UOL

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Além da economia de energia, o avanço tecnológico dos leds favoreceu o design das luminárias. Um exemplo é esse pendente de formas arrojadas em alumínio pintado Junior Lago/UOL

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Produzida em MDF, a luminária de chão Aeté foi outra novidade apresentada pela Plano de Luz (www.planodeluz.com.br) durante a 14ª edição da Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOL

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Produzida em MDF, a luminária de chão Aeté foi outra novidade apresentada pela Plano de Luz (www.planodeluz.com.br) durante a 14ª edição da Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOL

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Em um terreno de 3.923 m², a Casa TB, assinada pelo escritório Aguirre Arquitetura, tem 880 m² de área construída. No desenho, é possível constatar generosos espaços como a varanda gourmet e o living, integrados a área verde e de lazer com piscina de 21 m de extensão Arte UOL

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A atmosfera suave e intimista invade o dormitório do casal que tem cabeceira ocupando toda a extensão da parede, assim como a bancada em frente à cama Leonardo Finotti/UOL

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Como todo bom cinéfilo, o proprietário da Casa TB, projetada pelo escritório Aguirre Arquitetura, almejava uma sala de cinema em sua casa Leonardo Finotti/UOL

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A fachada principal é marcada pela garagem com vão livre de 15 m, capaz de abrigar cinco automóveis. Um pórtico em concreto aparente destaca o hall de entrada e se estende até o corpo principal da residência Leonardo Finotti/UOL

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A volumetria do projeto arquitetônico se destaca pelas linhas contemporâneas e pelos materiais de revestimento: alvenaria pintada de branco nos blocos da varanda e dos dormitórios e pedra no living com pé-direito de cinco metros Leonardo Finotti/UOL

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A linearidade do desenho pode ser observada nesse ângulo que mostra a varanda de 17 m alinhada ao bloco do living, com cinco metros de pé-direito e revestimento em pedra Leonardo Finotti/UOL

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Junto ao bloco dos dormitórios, esse volume abriga a biblioteca e o escritório. Como uma caixa elevada 80 cm do solo, o espaço possui gostosa varanda e seu acesso se dá através da escada sobre espelho d?água Leonardo Finotti/UOL

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A suíte do casal possui uma ampla sala de banho, com hidromassagem ao centro e bucólicos jardins nas laterais, separados apenas por vidros. A TV na parede permite horas de relaxamento e entretenimento Leonardo Finotti/UOL

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O banheiro da suíte do casal tem amplo espaço e conforto absoluto, com bancada extensa que embute duas cubas e generosa área para chuveiro. Destaque para as duas portas de acesso ao dormitório Leonardo Finotti/UOL

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O mármore travertino reveste o piso e também uma das paredes do lavabo, além da cuba e da bancada, dando um ar sofisticado ao ambiente. As janelas altas deixam entrar luz natural e ventilação Leonardo Finotti/UOL

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Aberto para o exterior nas duas laterais, o living recebe intensa luz natural e ventilação. Com ambientes integrados, jantar e estar, o espaço tem pé-direito duplo e móveis contemporâneos assinados, como as cadeiras do designer Sergio Rodrigues e a mesa da Dpot Leonardo Finotti/UOL

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Com cores neutras e suaves, como o cinza, o estar possui atmosfera elegante e tranquila. Aberto para o exterior, o espaço tem vista para a piscina, o jardim com gramado e o pomar com árvores frutíferas Leonardo Finotti/UOL

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A área de convívio da TB House, desenhada pelo escritório Aguirre Arquitetura, privilegia a integração total dos espaços. Assim, a varanda com espaço gourmet, o living e a piscina se unem proporcionando conforto e bem viver aos moradores Leonardo Finotti/UOL

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Com cinco metros de pé-direito, o living se abre para um jardim de inverno, onde uma árvore sibipiruna antiga foi preservada. O revestimento em pedra concede um visual rústico em harmonia com a discreta elegância da decoração Leonardo Finotti/UOL

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Aproveitando o suave desnível do terreno, criou-se um jardim e um espelho d?água que reflete o volume dos dormitórios, este elevado a 80 cm. O acesso aos quartos se dá por degraus apoiados em pilares centrais que dão a sensação visual de estarem flutuando Leonardo Finotti/UOL

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A fachada principal é marcada pela garagem com vão livre de 15 m, capaz de abrigar cinco automóveis. Um pórtico em concreto aparente destaca o hall de entrada e se estende até o corpo principal da residência Leonardo Finotti/UOL

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A cozinha gourmet, usada pela dona da casa que adora aprimorar seus dotes culinários, foi instalada na grande varanda da TB House, cujo projeto arquitetônico é do escritório Aguirre Arquitetura Leonardo Finotti/UOL

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A varanda voltada para os jardins abriga um agradável espaço gourmet, onde estão dispostas a bancada com mesa acoplada, além de outra mesa para refeições Leonardo Finotti/UOL

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Com piso em mármore travertino, o corredor de acesso ao lavabo tem uma das laterais voltadas para o exterior. O fechamento em vidro permite a entrada de luz natural. O projeto da TB House é do escritório Aguirre Arquitetura Leonardo Finotti/UOL

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Na área de churrasqueira há uma parede de concreto, moldada em loco, em formas de pinus e ripas de espessuras e larguras variadas que produziram textura Nelson Kon/Divulgação

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O corredor de acesso principal à Casa Planalto se estende até a parede estrutural de concreto, no fundo dos ambientes de estar Nelson Kon/Divulgação

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Na sala de estar e jantar, a parede à direita é de alvenaria simples, completamente livre de elementos estruturais, porque toda a extensão do bloco superior encontra balanço (apoio) na parede dos fundos, de concreto moldado em loco Nelson Kon/Divulgação

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Para não ofuscar a proposta arquitetônica, os objetos de decoração exibem formas retas e limpas. À esquerda, o armário (Antico Ofício), sem puxadores, se une a um bufê de 13 m de comprimento Nelson Kon/Divulgação

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Do jardim, é possível visualizar a área da churrasqueira e as salas de jantar e estar. No espaço da churrasqueira, a escada de concreto, cujos degraus são fixados a uma parede lateral, estrutural, também em concreto, faz circulação entre os pavimentos Nelson Kon/Divulgação

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O jardim, a churrasqueira e a área social interna ? salas de TV, estar e jantar - estão completamente integrados por portas de vidro de correr ou por portas pivotantes de aço corten, em um grande espaço térreo livre de pilares Nelson Kon/Divulgação

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No pavimento superior, protegendo a área íntima da Casa Planalto, trecho de alvenaria, arredondado, separa as brises de aço corten das janelas e venezianas piso-teto (Esquadralum), em alumínio preto Nelson Kon/Divulgação

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A Casa Planalto compõe harmônico diálogo entre materiais como o concreto, da parede estrutural ao fundo, o aço corten dos brises que protegem as aberturas laterais do pavimento superior, e a madeira nogueira da marcenaria nas salas Nelson Kon/Divulgação

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O jardim seco, sobre a área da churrasqueira, possui três aberturas cônicas, de posição e direção estratégicas, que funcionam, durante o dia, como claraboias. À noite, também iluminam: cada cone contém uma luminária ?Finlândia?, desenhada por Flavio Castro e estruturada em 'L" Nelson Kon/Divulgação

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Na fachada da rua, o portão da Casa Planalto também é desenhado por Flavio Castro. Inspirado em um código de barras, o elemento é composto por uma fita metálica contínua ligada a um motor que, de fora, não deixa perceber onde acontecem as aberturas para veículos e para pedestres Nelson Kon/Divulgação

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Na suíte do casal, a poltrona de leitura para escritório (Dpot) é separada do dormitório por um biombo de cumaru (Madesan) ripado, com design do arquiteto Flavio Castro. A Casa Planalto fica na capital paulista Nelson Kon/Divulgação

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O corredor de circulação entre os dormitórios da área íntima é, na verdade, estruturado como um mezanino para o pé-direito duplo que recebeu fechamento de segurança em vidro Nelson Kon/Divulgação

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A largura da ofurô e a distância entre os pilares metálicos que formam o módulo do fechamento lateral (portas de vidro) estão marcados pela distância entre as duas árvores que já existiam no terreno, antes mesmo do início das obras, e que foram preservadas Nelson Kon/Divulgação

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A mesa e o apoio para jantar são fabricados em madeira nogueira. O tom da marcenaria acompanha as variações do bege ao marrom das poltronas e sofás Nelson Kon/Divulgação

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No jardim seco suspenso, guarda-corpo é executado em aço (Metaaços). Em madeira cumaru, o deck (Madesan) cerca uma grande claraboia de vidro laminado 10 mm, que permite a entrada de luz natural na garagem para veículos (no pavimento abaixo) Nelson Kon/Divulgação

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O cliente de Flavio Castro coleciona obras de arte do Oriente, a exemplo da escultura de guerreiro chinês de Xian Nelson Kon/Divulgação

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Um passa pratos em perfis metálicos, que comunica a cozinha à sala de jantar está, pelos dois lados, abaixo dos conjuntos de armários (Antico Ofício). O projeto da Casa Planalto é assinado pelo arquiteto Flavio Castro Nelson Kon/Divulgação

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Os armários de cozinha foram desenhados pelo arquiteto Flavio Castro e executados sob medida pela Antico Ofício em marcenaria, com acabamento nude Nelson Kon/Divulgação

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Churrasqueira e garagem são separadas por uma parede simples de alvenaria. Tanto de um lado quanto do outro, a entrada de luz natural pelo forro de concreto se dá através de claraboias Nelson Kon/Divulgação

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A parede estrutural em concreto que se estende nos fundos da residência e se projeta em direção ao jardim com ofurô contém um recorte para tampo de uma mesa a céu aberto, também em concreto. Com arquitetura de Flavio Castro, a Casa Planalto fica em São Paulo Nelson Kon/Divulgação

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Da área coberta da churrasqueira, é possível visualizar o jardim com o ofurô e a parede estrutural em concreto no fundos da Casa Planalto Nelson Kon/Divulgação

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A fachada frontal da Casa Planalto tem janela recuada para maior proteção contra o sol e contra a chuva. Esse recuo também joga sombras sobre o volume branco do pavimento superior, à medida que o sol se movimenta sobre a residência projetada por Flavio Castro Nelson Kon/Divulgação

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O jardim seco foi um pedido especial do cliente do arquiteto Flavio Castro para a Casa Planalto. Deveria ser seco ? ou sem vegetação ? para diminuir o trabalho de manutenção Nelson Kon/Divulgação

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Na face norte da Casa Planalto, desenhada pelo arquiteto Flavio Castro, a janela do quarto do casal teve tratamento diferente: tinha que ser menor, para evitar o excesso de luz e calor; também havia grande preocupação com segurança Nelson Kon/Divulgação

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O ambiente de estar é face norte, aberto para área de ofurô e jardim, e tem um pé-direito duplo. Para driblar a forte incidência do sol, foram desenvolvidos brises de aço corten (Coppermax) para proteger os fechamentos superiores. A Casa Planalto é projeto do arquiteto Flavio Castro Nelson Kon/Divulgação

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A parede de concreto aparente (InterCement) é peça-chave da Casa Planalto ? eixo de integração do estar com área externa de piscina Nelson Kon/Divulgação

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O ambiente de estar integra-se à área externa (jardim) por quatro grandes folhas de vidro (Jacpsa) em portas de correr sobre trilhos e perfis metálicos. Na parede de fundo da sala de estar (à direita), de alvenaria simples, foi feita uma abertura para entrada de luz natural no espaço Nelson Kon/Divulgação

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Uma porta pivotante em aço corten (Coppermax) comunica a área social interna da Casa Planalto com a churrasqueira. Os puxadores das portas também são desenhados pelo arquiteto Flavio Castro Nelson Kon/Divulgação

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Elemento estrutural, a parede de concreto executada no local sustenta o bloco elevado (pavimento superior da área íntima) e dá apoio à parte dos fundos da Casa Planalto Nelson Kon/Divulgação

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Ao anoitecer, as luzes da casa são acesas e sua arquitetura brutalista se destaca sobre terreno íngreme, ao lado da estrada Sunset Boulevard, em Los Angeles. Conforme o projetista e morador da residência, Robert Bridges, o projeto atrai turismos e estudantes de arquitetura Trevor Tondro/The New York Times

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Da cozinha, através da fachada de vidro, é possível avistar a via movimentada da estrada Sunset Boulevard, em Los Angeles. No interior da casa, a estrutura de concreto se "aquece" com pisos e movéis de madeira Trevor Tondro/The New York Times

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Assim como a estrutura da casa em Los Angeles, a lareira que fica na sala de estar também é fabricada em concreto Trevor Tondro/The New York Times

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No andar principal da casa em Los Angeles, projetada em concreto maciço, está o banheiro decorado com cores sóbrias Trevor Tondro/The New York Times

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Além de projetar a casa onde mora, em Los Angeles, o arquiteto Robert Bridges, nativo do sul da Califórnia, desenhou e construiu sua própria prancha de surfe Trevor Tondro/The New York Times

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Quando Robert Bridges planejou os ambientes internos de sua casa em Los Angeles, o desejo era de um espaço aberto, como um loft em Nova York. Na cozinha, a ilha de cocção e a grande bancada, que serve de mesa para as refeições rápidas, favorecem o convívio familiar Trevor Tondro/The New York Times

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No interior da casa, a estrutura de concreto se mistura aos acabamentos e móveis feitos de madeira. Ao lado da cozinha, uma varanda se estende sobre a via movimentada da Sunset Boulevard, em Los Angeles Trevor Tondro/The New York Times

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No interior da casa, a escada de madeira "preenche" a estrutura de concreto maciço. Há 30 anos atrás, Robert Bridges projetou diversas casas no sul da Califórnia, incluindo esta instalada em terreno inclinado, em Los Angeles, onde mora até hoje Trevor Tondro/The New York Times

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Além de projetar a casa onde mora, Robert Bridges desenhou quase todos os móveis da residência como a mesa Bubinga e as cadeiras, fabricadas em madeira Trevor Tondro/The New York Times

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Vista da estrada Sunset Boulevard, em Los Angeles, a casa parece estar equilibrada de maneira instável sobre o terreno inclinado. ?Pode parecer precário, mas não é. Do ponto de vista da engenharia, isto é absolutamente racional?, diz o projetista e morador da residência, Robert Bridges Trevor Tondro/The New York Times

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Enquanto a vista da casa para quem passa pela estrada Sunset Boulevard, em Los Angeles, evidencia a ousadia do projeto, sua entrada, no nível de uma rua residencial, é quase modesta Trevor Tondro/The New York Times

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Localizada em terreno íngreme, próximo à estrada Sunset Boulevard, em Los Angeles, a casa de arquitetura brutalista é sustentada sobre vigas de concreto maciço. Segundo o projetista e morador da residência, Robert Bridges, o projeto atrai turismos e estudantes de arquitetura Trevor Tondro/The New York Times

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Robert Bridges é professor de finanças imobiliárias na Universidade do Sul da Califórnia. No entanto, há 30 anos atrás, projetou diversas casas no sul da Califórnia, incluindo esta instalada em terreno inclinado, em Los Angeles Trevor Tondro/The New York Times

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ESTRUTURA - Segundo a norma técnica NBR 16.280:2014, qualquer intervenção nos elementos estruturais da construção deve ser realizada por empresa especializada, com um responsável técnico devidamente identificado. Exemplos de serviços que se encaixam nessa categoria: alteração da função ou uso da edificação, remoção ou acréscimo de paredes, alteração da área construída Getty Images

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PEQUENOS REPAROS - Pela nova norma, quem quiser reformar deve apresentar o "Plano de Reforma", elaborado por um arquiteto ou engenheiro e no caso dos apartamentos, deve apresentar o documento ao síndico. No entanto, entenda-se por reforma as obras que contém quebra-quebra. Os pequenos reparos, serviços considerados de manutenção como pintura de paredes, não se encaixariam nas novas regras Getty Images

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TROCA DE REVESTIMENTOS - Caso a mudança de revestimentos exija o uso de marteletes (máquinas perfuradoras) ou ferramentas de alto impacto para retirada do acabamento anterior, uma empresa especializada deve ser contratada. Nos demais casos, basta empregar mão de obra capacitada Getty Images

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REFORMANDO INSTALAÇÕES - Para reformas que façam alterações ou adequações no sistema elétrico e/ou hidráulico por conta da instalação de novos equipamentos com demanda diferente daquela projetada originalmente, esse serviço deverá ser realizado por uma empresa especializada Getty Images

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PODER DE VETO - Síndicos e administradores, com base em um parecer de especialista, podem autorizar, autorizar com ressalvas ou proibir a reforma, caso entendam que ela irá colocar em risco a edificação Getty Images

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REFORMAR VAI FICAR MAIS CARO? Para o engenheiro e conselheiro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape-SP), Flávio Figueiredo, as reformas podem aparentemente ficar mais caras, em comparação com o serviço feito por um amador Getty Images

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LAUDO TÉCNICO - Qualquer modificação prevista na reforma que possa comprometer a segurança da edificação ou do seu entorno deverá ser submetida à análise da incorporadora/construtora e do projetista ou de um responsável técnico designado pelo responsável pela obra Getty Images

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NOVAS REGRAS PARA REFORMA - Criada para ordenar a gestão de reformas nas construções, a norma técnica NBR 16.280:2014, da ABNT, que entra em vigor no dia 18 de abril de 2014, tem validade em todo o território nacional e abrange todos os tipos de casas e edifícios - novos, antigos, comerciais, públicos, residenciais e institucionais Getty Images

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CARÁTER ORIENTATIVO - A norma não tem força de lei e nem prevê multas. Mas o seu descumprimento pode ser considerado um agravante no caso de uma ação judicial. A obediência à norma também pode ser exigida pelo poder público como requisito para obtenção de licenças de obra, habite-se e alvarás de funcionamento, se houver previsão legal. A expectativa é a de que o texto em vigor subsidie projetos de lei sobre o assunto Getty Images

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FOCO NOS CONDOMÍNIOS - Embora também se aplique a reformas de casas, o foco da norma está nos condomínios. O morador que quiser reformar deverá enviar ao síndico um planejamento do que será feito, detalhando no documento a empresa contratada e a duração da obra Getty Images

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O sol se põe atrás dos morros onde se apoia a casa Flotanta. De frente para a área social integrada, com estar, jantar e cozinha, fica o Oceano Pacífico. As varandas foram dispostas em continuidade e pensadas para permitir que os espaços internos dos dormitórios e do estar fluíssem para o meio externo, ganhando, assim, maiores dimensões. A casa tem arquitetura assinada por Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A casa Flotanta foi construída em três módulos: dois deles abrigam os dormitórios e o terceiro, as áreas sociais e de convívio, integradas e abertas à mata. Tal separação permite que a ventilação flua por entre os ambientes. Para ligar os blocos, foram instaladas passarelas que também dão continuidade ao sistema de varandas cobertas. A residência fica em Puntarenas, na Costa Rica, e tem arquitetura do escritório Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O desafio da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe era vencer um terreno muito inclinado e de mata densa, voltado para o Oceano Pacífico, na Costa Rica. A ideia era oferecer vistas para o mar a partir de qualquer um dos cômodos da casa, com dois dormitórios e vasta área social integrada. A casa Flotanta fica em Puntarenas Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Além de estar em um terreno muito inclinado, em meio à mata densa da costa do Pacífico, só seria possível oferecer vistas do horizonte à casa Flotanta, se ela "flutuasse" na altura da copa das árvores. Esta foi partida arquitetônica para o trabalho da equipe de Benjamin Garcia Saxe, no desenvolvimento do projeto da residência em Puntarenas, Costa Rica Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Ao invés de desmatar, escavar e executar muros de arrimo, a suspensão da residência em colunas metálicas foi adotada como solução estrutural. O apoio elevado aproveitou a inclinação íngreme do terreno para buscar, a partir de qualquer ponto da casa Flotanta, a vista do Oceano Pacífico. O projeto de arquitetura é de Benjamin Garcia Saxe, em Puntarenas, Costa Rica Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O sistema de circulação para a casa Flotanta merece um capítulo à parte: a definição do bambu como material de fechamento lateral fundou-se no estudo da insolação (desenho), por um lado, e na necessidade de manter, de qualquer ponto da residência, as vistas para o oceano e para a mata tropical. Em Puntarenas, na Costa Rica, com design da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Benjamin Garcia Saxe/ Divulgação

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Suspender a casa Flotanta por entre as árvores não só era a melhor solução para alcançar a vista do Pacífico, como também se revelou a opção estrutural mais barata - apesar de fundada e edificada em colunas metálicas. O desmatamento do terreno, sua escavação, a construção de muros de arrimo e os custos com impermeabilização de pisos e paredes em contato com a terra teriam feito a residência custar três vezes mais Benjamin Garcia Saxe/ Divulgação

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O sistema de circulação para a casa Flotanta merece um capítulo à parte: a definição do bambu como material de fechamento lateral fundou-se no estudo da insolação (desenho), por um lado, e na necessidade de manter, de qualquer ponto da residência, as vistas para o oceano e para a mata tropical. Em Puntarenas, na Costa Rica, com design da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Benjamin Garcia Saxe/ Divulgação

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A casa Flotanta se mistura às copas das árvores, completamente revestida por madeira e bambu e integrada ao ambiente que a cerca. Sua elevação otimiza a entrada de luz natural e o fato de ser completamente aberta à paisagem favorece a ventilação cruzada. A residência fica em Puntarenas, na Costa Rica, e tem projeto da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Benjamin Garcia Saxe/ Divulgação

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A distribuição e separação dos blocos social (à esquerda) e íntimos (ao meio e à direita) garantiram maior reserva e conforto térmico aos dormitórios. A casa Flotanta fica em Puntarenas, na Costa Rica, e tem design pela equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe. A vegetação entre seus módulos causa a impressão de que o edifício flutua sobre as copas da árvores Benjamin Garcia Saxe/ Divulgação

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Varandas foram dispostas em continuidade e pensadas para permitir que os espaços internos dos dormitórios e do estar fluíssem para o meio externo, ganhando, assim, maiores dimensões. Os toldos de madeira, estruturados em metal, protegem a casa Flotanta do sol mais intenso, ao meio-dia, e tornam os avarandados aproveitáveis até mesmo em dias de chuva. De frente para o Oceano Pacífico, na Costa Rica, a casa tem arquitetura de Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A área de convivência une varanda, estar, cozinha e jantar à paisagem da mata tropical costa-riquenha, à beira do Pacífico. Portas-camarão e venezianas flexíveis fazem a integração e, até mesmo onde os fechamentos em madeira são fixos, tanto a ventilação livre quanto a entrada de luz natural são favorecidas. A casa Flotanta foi projetada pelo arquiteto Benjamin Garcia Saxe, para um terreno inclinado em meio à floresta Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A arquitetura de Benjamin Garcia Saxe para a casa Flotanta, na Costa Rica, se comunica com a mata tropical a partir do emprego extensivo da madeira: o material reveste pilares estruturais, pisos, tampos de balcão, gabinetes de cozinha, forros e venezianas. A uniformidade dos tons também é responsável pela amplitude dos espaços, que se estendem em direção à floresta e ao Oceano Pacífico, em Puntarenas Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A casa Flotanta foi construída de frente para o Pacífico e na altura das copas das árvores. Para aumentar a ligação entre a natureza e os interiores, os arquitetos do escritório Benjamin Garcia Saxe utilizaram portas-camarão e venezianas flexíveis. Da área de jantar e da varanda, por exemplo, é possível admirar a paisagem tropical costa-riquenha Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Na casa Flotanta, a mesa de jantar, os sofás, as cadeiras e os bancos seguem a linguagem de tons uniformes e amadeirados que se aplica também à estruturação dos espaços e os ampliam. A aplicação de cores fica por conta da natureza do entorno, do pôr-do-sol, e de detalhes da decoração como as almofadas e as flores regionais. A residência está em Puntarenas, na Costa Rica, e tem desenho do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A área de convivência une varanda, estar, cozinha e jantar à paisagem da mata tropical costa-riquenha, à beira do Pacífico. Portas-camarão e venezianas flexíveis fazem a integração e, até mesmo onde os fechamentos em madeira são fixos, tanto a ventilação livre quanto a entrada de luz natural são favorecidas. A casa Flotanta foi projetada pelo arquiteto Benjamin Garcia Saxe, para um terreno inclinado em meio à floresta Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Um corredor semiaberto com paredes de bambu faz a circulação entre os cômodos da casa Flotanta, em Puntarenas, na Costa Rica. Por entre os bambus avista-se, à direita, o Oceano Pacífico e, à esquerda, a vegetação densa tropical das montanhas. No espaço, forro e piso são em madeira, no projeto arquitetônico de Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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As paredes do corredor são semiabertas pela estruturação em bambu. O recurso dá vazão ao sol, de forma que a parte posterior da casa Flotanta, junto à encosta verde de um morro, receba luz natural. A residência está em Puntarenas, na Costa Rica, e tem design da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O sistema de circulação para a casa Flotanta merece um capítulo à parte: a definição do bambu como material de fechamento lateral fundou-se no estudo da insolação, por um lado, e na necessidade de manter, de qualquer ponto da residência, as vistas para o oceano e para a mata tropical. Em Puntarenas, na Costa Rica, com design da equipe do arquiteto Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O corredor semiaberto, com paredes de bambu, é usado para a ligação entre os cômodos da casa Flotanta, em Puntarenas, na Costa Rica. O projeto arquitetônico é do escritório Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O sistema de circulação entre os três módulos que compõem a arquitetura da casa Flotanta - dois dormitórios e uma área social de convívio - foi estruturado em chapas, vigas e pilares metálicos, fortes o suficiente para suspender corredores de tábuas corridas com fechamentos laterais em bambu. Com design de Benjamin Garcia Saxe, a residência avista o Oceano Pacífico em Puntarenas, Costa Rica Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O banheiro é o cômodo mais privativo da casa Flotanta. Sua orientação é para a encosta verde, nos fundos da residência. Internamente, a cor da mata tropical é reproduzida nas paredes rústicas, em cimento. A madeira, matéria-prima protagonista no projeto de Benjamin Garcia Saxe, aparece na bancada e na veneziana, enquanto o porta-toalhas é confeccionado com bambus Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Apesar de ser o cômodo mais privativo da casa Flotanta, o banheiro se abre para a varanda coberta e para a encosta verde do morro, que tange os fundos da residência. O projeto está em Puntarenas, na Costa Rica, e é assinado pelo arquiteto Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Apesar de ser o cômodo mais privativo da casa Flotanta, o banheiro da suíte máster tem um boxe que se abre para a varanda coberta e para a encosta verde do morro, que tange a residência aos fundos. A única divisão entre banho e pias está em uma folha simples de vidro temperado. O projeto de Benjamin Garcia Saxe fica na Costa Rica Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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O dormitório principal repete o padrão arquitetônico da ala social da casa Flotanta. Sua característica principal são aberturas frontais totais mediadas por portas-camarão (venezianas) que integram o ambiente à varanda e ao entorno. Na Costa Rica, o projeto é de Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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A suíte menor está no terceiro módulo que compõe a casa Flotanta (fundo), em bloco um pouco mais recuado e sombreado. A varanda faz conexão com o dormitório principal, que repete o padrão arquitetônico da ala social. Sua característica principal são aberturas frontais totais, com portas-camarão (venezianas) para a varanda (em primeiro plano). A residência tem projeto de Benjamin Garcia Saxe, em Puntarenas, Costa Rica Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Na suíte menor, portas de bambu separam o banheiro do dormitório. A luz natural é intensificada por aberturas zenitais. De frente para o Pacífico da Costa Rica, a arquitetura da casa Flotanta é assinada por Benjamin Garcia Saxe Andres Garcia Lachner/ Divulgação

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Com vista para o lago, a varanda é o principal cômodo da casa de campo "Escape". No ambiente, que conta com uma espreguiçadeira, é possível relaxar e apreciar a paisagem. A versão original da construção móvel fica situada no resort Canoe Bay, próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA) Canoe Bay/Divulgação

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O living da casa de campo "Escape" conta com um teto abobadado que melhora a ventilação no espaço. A lareira embutida na parede (à dir.), onde está colocada a TV de tela plana, ajuda a dar um clima aconchegante ao ambiente. Desse ângulo é possível verificar a integração dos cômodos do motorhome com 37 m² internos, localizado próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA) Canoe Bay/Divulgação

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Conectada ao living, a pequena cozinha da casa de campo "Escape" tem armários de madeira e eletrodomésticos com acabamento em aço inoxidável, todos embutidos, para um melhor aproveitamento do espaço. A versão original da construção móvel de 52 m² (totais) está situada no resort Canoe Bay, próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA) Canoe Bay/Divulgação

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Conectada ao living, a pequena cozinha da casa de campo "Escape" tem armários de madeira e eletrodomésticos com acabamento em aço inoxidável, todos embutidos, para um melhor aproveitamento do espaço. A versão original da construção móvel de 52 m² (totais) está situada no resort Canoe Bay, próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA). Quem assina o projeto é Dan George, proprietário do hotel, em parceria com o escritório de arquitetura SALA Architects Canoe Bay/Divulgação

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A estrutura do telhado da casa de campo "Escape" recebeu um beiral maior que o comumente aplicado a projetos desse tipo de construção móvel. Essa mudança faz com que a edificação não tenha uma aparência de caixa e se assemelhe às residências comuns. O pmotorhome com 52 m² (se contada a varanda) é assinado Dan George, proprietário da casinha, em parceria com o escritório de arquitetura SALA Architects Canoe Bay/Divulgação

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O living (à esq.) da casa de campo "Escape" é separado da varanda por portas francesas de madeira. Desenhada por Dan George, proprietário da casinha, em conjunto com o escritório de arquitetura SALA Architects, a construção é definida como trailer ou motorhome "para recreação", podendo ser transportada sobre um chassi de caminhão e "estacionada" no local onde o dono desejar Canoe Bay/Divulgação

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O quarto e banheiro (à dir.) são integrados na casa de campo "Escape", com 37 m² (internos), situada próximo à cidade de Chetek, Wisconsin (EUA). A cama, os criados-mudos, as arandelas e os armários da bancada da pia são fabricados em madeira, assim como a própria estrutura da construção móvel Canoe Bay/Divulgação

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Com 52 m², o projeto "Escape" foi pensado como uma casa de campo, ideal para um solteiro ou um casal sem filhos. No quarto cabe somente uma cama, dois criados-mudos e as arandelas dispostas nas laterais da cabeceira. A versão original da construção móvel fica em Wisconsin (EUA) Canoe Bay/Divulgação

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O banheiro da casa de campo "Escape" tem piso aquecido e armários em madeira em sintonia com a estrutura principal da residência. Quem adquire a edificação não pode aumentar sua dimensão (limitada em 37 m² para os espaços internos), porque a desqualificaria como uma casa móvel, porém o projeto dá liberdade para que elementos sejam personalizados, como o revestimento do box Canoe Bay/Divulgação

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Localizada no resort Canoe Bay, próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA), a casa de campo "Escape" é definida como trailer ou motorhome "para recreação". Desenhada por Dan George, proprietário da construção, em parceria com o escritório de arquitetura SALA Architects, a edificação móvel de 52 m² totais e 37m² internos pode ser adquirida, nos EUA, a partir de US$ 79 mil Canoe Bay/Divulgação

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Edificada basicamente em madeira, a casa de campo "Escape" é, na verdade, um motorhome que pode ser transportado sobre um chassi de caminhão e "estacionado" no local onde o dono desejar. Com uma varanda guarnecida por vidraças, a versão original da construção móvel está localizada no resort Canoe Bay, próximo à cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA) Canoe Bay/Divulgação

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Situada em Chetek, Wisconsin (EUA), a casa de campo "Escape" possui uma varanda envidraçada que oferece o ambiente ideal para relaxar e contemplar a paisagem. Quem assina o projeto do motorhome de 52 m² é Dan George, proprietário da casinha móvel, em parceria com o escritório de arquitetura SALA Architects Canoe Bay/Divulgação

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Construída basicamente de madeira, a casa de campo "Escape" é na verdade um motorhome que pode ser "estacionado" no local onde o dono desejar. Localizada na cidade de Chetek, no estado de Wisconsin (EUA), a versão original da construção está colocada sobre uma base de blocos de concreto Canoe Bay/Divulgação

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A casa de campo "Escape", em Wisconsin (EUA), é definida como trailer ou motorhome "para recreação". Assinada por seu proprietário, Dan George, em conjunto com o escritório de arquitetura SALA Architects, a edificação de 52 m² totais - e 37 m² internos - é construída em madeira na sua quase totalidade Canoe Bay/Divulgação

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Planta mostra a reforma idealizada pelo SuperLimão Studio para o apê antigo em São Paulo. No imóvel, a área social foi privilegiada, com integração de cozinha (abaixo, à esq.) e home theater (ambiente com sofá em "L", no canto superior direito) ao espaço dedicado às salas de jantar e estar. Os dois espaços inicialmente citados podem, porém, ser limitados por portas de correr Arte UOL

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Na entrada do apartamento, destaque para o contraste de cores nas portas com almofadas (detalhes em madeira que fazem o desenho da superfície): a principal, em roxo, e a da adega, em verde. À direita está a porta de correr que delimita o living e a cozinha. Os pisos originais do apartamento RO foram mantidos: mármore, na entrada, e parquê na sala. A iluminação é da LDArti, no projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Com a demolição das paredes, prevista no projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio, os ambientes do apartamento RO, em São Paulo, foram integrados e a nova proposta facilitou a circulação. A cozinha (à dir.) tem acesso direto ao corredor de entrada, à adega (porta verde) e à sala de jantar (à esq.). Na foto, o hall de entrada combina cores fortes ao piso original de mármore Maira Acayaba/ Divulgação

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O cartaz do filme "O Fabuloso Destino de Amelie Poulain" (2001) anuncia que a ambientação do lavabo (atrás da porta vermelha) foi inspirada no longa. Neste pequeno espaço do hall, as paredes roxas e a porta em cor viva são neutralizadas pelo carrinho de metal com ar retrô que apoia o telefone, também antigo. O apartamento RO tem projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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No filme "O Fabuloso Destino de Amelie Poulain" (2001) , a personagem título aparece lendo cartas no banheiro. Aqui, o décor do lavabo se assemelha ao da tela, com papel de parede trazido da Europa pela moradora, num padrão capitonê vermelho. No piso, ladrilho hidráulico combinando com o azul claro das louças antigas. O apartamento RO tem projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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A integração dos ambientes do living proporcionou a agradável sensação de amplitude ao apartamento RO, em São Paulo. O estar e o jantar se comunicam com a cozinha e com o home theater, através das portas de correr coloridas. Tons de bordô, lilás e rosa dão vida aos espaços e a unidade fica por conta do piso parquê original, preservado, e da iluminação com spots instalados em perfilados metálicos presos ao forro. O projeto de reforma é assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Com as portas abertas, revela-se o home theater, espaço que, a pedido da moradora, foi feito "para as pessoas se jogarem". Para isso, há gostosos sofás, da Carbono, posicionados em frente à TV. Na parede, a estante é apoiada por cremalheiras e possui prateleiras de madeira. A varanda (à dir.) percorre toda a extensão do living do apartamento RO, com projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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A estante apoiada por cremalheiras e formada por prateleiras de madeira concedeu leveza visual à sala de jantar, apesar de sua dimensão generosa. A parte inferior do móvel, que ocupa duas paredes, possui gavetões em toda a extensão. O apartamento RO tem projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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A estante apoiada por cremalheiras e formada por prateleiras de madeira concedeu leveza visual à sala de jantar, apesar de sua dimensão generosa. A parte inferior do móvel, que ocupa duas paredes, possui gavetões em toda a extensão. O apartamento RO tem projeto de reforma assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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O verde, em várias tonalidades, foi a cor escolhida pela moradora para o revestimento das portas dos armários da cozinha, o que deu um clima alto astral ao espaço. A execução da marcenaria é da Securit. No ambientes, o piso em porcelanato se assemelha ao cimento queimado. O projeto de reforma do apartamento RO, em São Paulo, leva a assinatura do SuperLimão Studio. O projeto venceu o prêmio "O Melhor da Arquitetura", em 2013, na categoria "Reforma de Apartamento" Maira Acayaba/ Divulgação

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Deste ângulo, avista-se a porta de vidro que separa a cozinha da lavanderia, além da mesa com cadeiras coloridas para pequenas refeições. O apartamento RO tem projeto de reforma do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Deste ângulo, avista-se a porta de vidro que separa a cozinha da lavanderia, além da mesa com cadeiras coloridas para pequenas refeições. O apartamento RO tem projeto de reforma do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Um simpático recanto da cozinha foi destinado às pequenas refeições. Nele, a mesa com rodízios foi combinada às cadeiras em verde e "off-white". O detalhe contrastante está na parede arroxeada, onde um painel de vidro serve como mural para cardápios, receitas e recados. O projeto de reforma do apartamento RO leva a assinatura do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Para a varanda dos quartos, a proprietária escolheu ladrilho hidráulico em preto e branco em diversos padrões para o piso e um painel colorido que ocupa duas paredes, com grafite delicado criado pelo Nove (João Paulo Cobra). O projeto de reforma do apartamento RO, em São Paulo, ficou a cargo do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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A porta vermelha e "desenhada" com almofadas dá para o quarto onde está o closet do proprietário. Como ele gosta muito de temas náuticos, a janela do armário é redonda, como a dos navios. O projeto de reforma do apartamento RO, em São Paulo, leva a assinatura do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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O banheiro dos hóspedes é composto por cores intensas, na quase totalidades das paredes e na porta. Para amenizar o impacto das cores quentes, a bancada recebeu dois matizes: azul marinho e cinza. O projeto para o apê RO, que venceu o prêmio "O Melhor da Arquitetura", em 2013, na categoria "Reforma de Apartamento", leva a assinatura do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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O banheiro dos hóspedes é composto por cores intensas, na quase totalidades das paredes e na porta, o rosa está, inclusive, na moldura do forro com rebaixo em gesso. Para amenizar o impacto das cores quentes, a área molhada foi revestida por azulejos em um azul delicado. O projeto para o apê RO, que venceu o prêmio "O Melhor da Arquitetura", em 2013, na categoria "Reforma de Apartamento", leva a assinatura do SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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O segundo banheiro de hóspedes do apartamento RO, reformado pelo SuperLimão Studio, possui revestimentos, louças e bancada em tons neutros, mas conta com uma porta amarela com almofadas (detalhes em madeira que fazem o desenho da superfície), maçaneta retrô e, como destaque, um armário antigo de farmácia (à dir.) Maira Acayaba/ Divulgação

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Em preto e branco, o banheiro do casal contrasta com os matizes vivos da maior parte dos ambientes ou a tenuidade dos espaços mais neutros, como um dos banheiros de hóspedes e a sala de jantar. Neste ponto do apartamento RO, uma parede poi pintada de preto e está associada a outra com azulejos brancos que seguem pelo piso. O destaque são as luminárias presas à parede como se "caminhassem pela superfície". O projeto de reforma da residência pauluistana é assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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Em preto e branco, o banheiro do casal contrasta com os matizes vivos da maior parte dos ambientes ou a tenuidade dos espaços mais neutros, como um dos banheiros de hóspedes e a sala de jantar. Neste ponto do apartamento RO, uma parede poi pintada de preto e está associada a outra com azulejos brancos que seguem pelo piso. O destaque são as luminárias presas à parede como se "caminhassem pela superfície". O projeto de reforma da residência pauluistana é assinado pelo SuperLimão Studio Maira Acayaba/ Divulgação

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(Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) - Restauro da Casa de Vidro, de Philip Johnson Randy Harris/ The New York Times

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(Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) - Restauro da Casa de Vidro, de Philip Johnson Randy Harris/ The New York Times

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A Osram (www.osram.com.br) lançou apenas luzes com tecnologia LED na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo. Um dos destaques para uso residencial é o pendente Arktika, com design leve e promessa de luz homogênea Reinaldo Canato/ UOL

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De volta ao Brasil, a Velcro Company (www.velcro.com) trouxe seus produtos à 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo. Um dos lançamentos da empresa é a fita com "elasticidade" para a orientação de plantas. O produto ajuda a sujeitar os galhos, sem danificar os vegetais Reinaldo Canato/ UOL

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De volta ao Brasil, a Velcro Company (www.velcro.com) trouxe seus produtos à 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo. Um dos lançamentos da empresa é a fita com "elasticidade" para a orientação de plantas. O produto ajuda a sujeitar os galhos, sem danificar os vegetais Reinaldo Canato/ UOL

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Para organizar os fios de fones e outros equipamentos, a Velcro Company (www.velcro.com) apresenta as fitas com 13 ou 20 cm. Os organizadores prendem uma das pontas do fio em separado, o que facilita a armazenagem. Os produtos da empresa foram apresentados ao público da 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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A Velcro oferece uma solução à dificuldade de fechar botões de camisa: um jogo (disponível em três cores) de botões acoplados às fitas aderentes. As unidades são encaixadas na casa para botão e aplicadas ao tecido com o auxílio do ferro de passar. Os produtos da Velcro Company (www.velcro.com) foram apresentados ao público da 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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A Velcro disponibiliza vários tipos de fixadores para o suporte de utensílios e objetos de decoração para a casa. Os fixadores devem ser aplicados a superfícies não-porosas e a quantidade de peso deve ser respeitada. A vantagem? Você não precisa mais danificar as paredes para instalar quadros, por exemplo. Os produtos da Velcro Company (www.velcro.com) foram apresentados ao público da 20ª edição da Feicon Batimat, em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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A Incefra (www.incefra.com.br) apresentou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo, a nova linha de revestimentos cerâmicos para piso e parede "Neymar Jr.". As peças que imitam composições com pedras e patchworks, além de oferecer opções mais básicas, entre outras, tem parte da renda revertida ao Instituto projeto Neymar Jr., complexo educacional e esportivo na Praia Grande deve atender inicialmente 2.300 crianças Reinaldo Canato/ UOL

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A importadora de pisos vinílicos Papinil (www.papinil.com.br) apresentou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo, a coleção de revestimentos residenciais, da LG Housys, que imita madeira. Os produtos da linha podem ser instalados sobre outros pisos, oferecem a possibilidade da composição por recorte, mas não são indicados para as áreas molhadas Reinaldo Canato/ UOL

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O Fixa Tudo MS, da Amazonas (amazonas.com.br), é um adesivo híbrido que alia as propriedades dos selantes de PU e do silicone. O produto apresentado na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo, promete forte adesão... Reinaldo Canato/ UOL

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... até debaixo d'água (foto) e promover a colagem, a selagem e a vedação de diversos materiais, como: espelhos, cubas, mármores, pedras, chapas metálicas, vidro, concreto e azulejos... Reinaldo Canato/ UOL

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... o Fixa Tudo oferece resistência inicial em menos de cinco minutos e pode ser usado na formação de juntas de pisos e paredes, dilatação e folgas entre tijolos e, ainda, suporta tensões, além de absorver impactos Reinaldo Canato/ UOL

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As telhas feitas de resina, betume e fibra de celulose (conseguida a partir da reciclagem de papel) da Onduline (www.onduline.com.br) podem ser utilizadas como subcobertura para o restauro de telhados de casas antigas. A vantagem do produto é sua extrema leveza. A opção de utilização foi divulgada pela empresa na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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Resina, fibra de celulose (feita a partir da reciclagem de papel) e betume são os ingredientes para a fabricação das telhas Onduvilla, na Onduline (www.onduline.com.br). Com medidas unitárias (0,4 x 1,06 m) as peças são leves, indicadas para a cobertura de residências e estão disponíveis em duas versões: Terracota Fiorentino 3D e Vermelho Mesclado (foto). O produto foi lançado na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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Resina, fibra de celulose (feita a partir da reciclagem de papel) e betume são os ingredientes para a fabricação das telhas Onduvilla, na Onduline (www.onduline.com.br). Com medidas unitárias (0,4 x 1,06 m) as peças são leves, indicadas para a cobertura de residências e estão disponíveis em duas versões Terracota Fiorentino 3D e Vermelho Mesclado (foto). O produto foi lançado na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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A Jomoo (www.jomoogroup.com/worldweb/br/) apresenta na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, o vaso sanitário desenvolvido pelo escritório italiano de design industrial Giugiaro. O produto conta com sensor de abertura, além de chuveiro e secador higiênicos acoplados Reinaldo Canato/ UOL

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A Jomoo (www.jomoogroup.com/worldweb/br/) apresenta na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, o vaso sanitário desenvolvido pelo escritório italiano de design industrial Giugiaro. O produto conta com sensor de abertura, além de chuveiro e secador higiênicos acoplados Reinaldo Canato/ UOL

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A Lorenzetti (www.lorenzetti.com.br) lançou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, as duchas Lorenfall nas versões redonda (à dir.) e quadrada. Os equipamentos oferecem acabamento bicolor e duas opções de jato: cascata (à esq.) e radial Reinaldo Canato/ UOL

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A Lorenzetti (www.lorenzetti.com.br) lançou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, as duchas Lorenfall nas versões redonda (à dir.) e quadrada. Os equipamentos oferecem acabamento bicolor e duas opções de jato: cascata (à esq.) e radial Reinaldo Canato/ UOL

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Já tradicional na Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, a apresentação de modelos sob chuveiros da marca Lorenzetti (www.lorenzetti.com.br) se repetiu na 20ª edição da feira. Este ano, a apresentação contou também com música ao vivo Reinaldo Canato/ UOL

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Modelos dançam sob as duchas da marca Lorenzetti (www.lorenzetti.com.br) na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo Reinaldo Canato/ UOL

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A Corona (www.corona.com.br) lançou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo, a ducha Excellence Eletrônica Reinaldo Canato/ UOL

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... que conta com resistência blindada de cobre (foto), com garantia de cinco anos contra queima e promessa de que a corrente elétrica não entra em contato com a água... Reinaldo Canato/ UOL

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... tal recurso, viabiliza o seletor multitemperaturas (foto), que segundo a Corona (www.corona.com.br), está ao alcance da mão e pode ser acionado sem que a água precise ser desligada. No estande da marca na Feicon, técnicos explicavam que a troca gradual não oferece risco de choque é é mais confortável para o usuário, que pode tomar banhos com abundância de água em qualquer temperatura Reinaldo Canato/ UOL

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O sistema de aspiração central da marca canadense Hayden (www.hayden.com.br), foi um dos destaques da 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014 em São Paulo. Composto por um conjunto de dutos embutidos e uma central de aspiração (foto), o equipamento pode deter três tipos de saídas para sucção... Reinaldo Canato/ UOL

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... como esta da foto, que consiste em um aspirador acionável por um interruptor e é indicado para cozinhas e salas, ou as que oferecem a conexão da mangueira de aspiração ou a junção das duas funções. A Hayden promete um poder de sucção até cinco vezes mais intenso que os equipamentos móveis, além de menor ruído e nula "devolução" de poeira ao ambiente, já que o produto não libera ar quente como os aspiradores portáteis Reinaldo Canato/ UOL

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A Hayden (www.hayden.com.br), na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em São Paulo, informava que a instalação do sistema de aspiração central tem sido barateado e que a utilização em casas cujos projetos não previram o equipamento é possível, mas demanda reforma Reinaldo Canato/ UOL

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Você tem medo de limpar os vidros externos das janelas de sua casa? E se um robô fizesse esse serviço por você? O Winbot é um robozinho da Ecovacs (www.ecovacs.com.br) capaz de higienizar vidros planos, com ou sem moldura ou isolante térmico. O equipamento foi lançado na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo (...) Reinaldo Canato/ UOL

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(...) O Winbot, da Ecovacs (www.ecovacs.com.br), funciona com bomba de vácuo e deve ser ligado à rede elétrica. O aparelho não pode ser programado, mas é capaz de identificar o quadrante de vidro a ser limpo... Reinaldo Canato/ UOL

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... e é indicado para a faxina cotidiana, não sendo capaz de limpar sujeiras e poeira de obra. O robozinho ainda conta com uma corda elástica de segurança e uma bateria de apoio Reinaldo Canato/ UOL

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A Ecovacs (www.ecovacs.com.br) lançou na 20ª edição da Feicon Batimat (Salão Internacional da Construção), em cartaz de 18 a 22 de março de 2014, em São Paulo, o robô Deebot, um aspirador automático para a limpeza de pisos e superfícies planas de móveis... Reinaldo Canato/ UOL

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... que funciona com bateria e pode ser usado para a aspiração de qualquer tipo de piso, além de tapetes e carpetes com até dois centímetros de altura. O equipamento pode ser programado, percorre cerca de 150 m² e tem autonomia de trabalho por até uma hora e vinte. (...) Reinaldo Canato/ UOL

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(...) O Deebot recolhe a poeira do dia a dia, migalhas, pelos de animais e sujeiras de pequeno porte, como folhas diminutas, mas não deve ser utilizado para a limpeza de líquidos... Reinaldo Canato/ UOL

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... o conteúdo recolhido pelo robozinho é armazenado em um compartimento interno removível (foto). A alimentação do equipamento é feita por bateria recarregável e o Deebot volta para a base quando o trabalho programado termina ou quando a carga de energia acaba Reinaldo Canato/ UOL

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A amplitude da área social de convivência só é interrompida pelas curvas do desenho arquitetônico da Casa Y, que procuram ampliar a proximidade entre interiores e paisagem (de campos e mar). Pisos e estuque (forro) são feitos de madeira laminada (pinho). O projeto de Jorge Sousa Santos fica em Arelho, próximo à Lagoa de Óbidos, Portugal Fernando Guerra/ Divulgação

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